26/06/2019

Mover-se para conhecer-se: Amizade e Movimento na contemporaneidade

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26/06/2019 - Por: Terezinha de Souza Agra Belmonte

 

O mal-estar na cultura contemporânea e na chamada sociedade pós-moderna, pós-industrial, da informação, do conhecimento, ou de risco, necessita de leituras, reflexões e inovações para suportarmos o sofrimento das transformações paradigmáticas que estamos vivenciando. A Amizade conceituada pela filosofia e pela psicanálise surge como um dispositivo para a constituição desse corpo-espaço que vive conectado e não em interação.

O sujeito moderno é um personagem inquieto, tenso e em constante e compulsiva busca de algo que nunca o satisfaz. Um ser que não pensa e que fica reativo.

O mover-se para conhecer-se e aprender a entender uma narrativa em qualquer área do saber precisa de uma relação dual e de mestres capacitados para tal, além de um ambiente para que isso aconteça.

Essa Amizade Pedagógica é um tema pouco estudado e compreendido. Isso é confundido com um conceito do senso comum.

Para conhecer mais sobre o assunto, leia a obra A Amizade na Ágora Contemporânea.


Terezinha de Souza Agra Belmonte é médica endocrinologista, psiquiatra, psicanalista, terapeuta do Movimento. Mestre em Medicina e doutora em Ciências. Professora associada da Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.