Perceber o (In)Visível: Dimensões Sensíveis de Um Corpo na Arquitetura

Ref: 978-85-473-1097-4

O principal fio condutor de Perceber o (in)visível: dimensões sensíveis de um corpo na arquitetura é indagar o que vemos. Em um aprofundamento dessa indagação, o livro solicita lançar um olhar mais aguçado para o espaço habitado, procurando vê-lo além dele mesmo. Nesse movimento, uma atitude fenomenológica estrutura o universo da obra e, a partir dessa opção teórica, ensaiam-se possibilidades de compreender um ver e um não ver.


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ISBN: 978-85-473-1097-4


ISBN Digital: 978-85-473-1096-7


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 11/05/2018


Número de páginas: 135


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Rodrigo Gonçalves dos Santos.

O principal fio condutor de Perceber o (in)visível: dimensões sensíveis de um corpo na arquitetura é indagar o que vemos. Em um aprofundamento dessa indagação, o livro solicita lançar um olhar mais aguçado para o espaço habitado, procurando vê-lo além dele mesmo. Nesse movimento, uma atitude fenomenológica estrutura o universo da obra e, a partir dessa opção teórica, ensaiam-se possibilidades de compreender um ver e um não ver. Se vemos, o que estamos vendo? Se não vemos, o que não vemos? São apresentados temas caros à fenomenologia, extraindo deles noções acerca do corpo, espaço, objeto, percepção, ver e não ver. Textos clássicos de Merleau-Ponty foram estudados e, assim, este livro segue calcado na descrição fenomenológica de uma arquitetura. A escritura revela um corpo, desenha uma trajetória a cada página. Histórias acerca do espaço arquitetônico são contadas e confrontadas com memórias. As teorias estudadas foram tomando forma e desencadearam textos paralelos entre si, os quais ousadamente se tocam e pontuam momentos distintos no trabalho: ora de pura fruição, ora de questionamentos, ora de reflexões acerca de nossa atitude em relação ao mundo. O convite deste livro é para que percebamos o (in)visível por meio de uma trajetória de pesquisa que evidencia um corpo desenhando o entendimento de sua própria percepção acerca daquilo que se revela no mundo e que, um dia, esse mesmo corpo supôs saber ver. E, por fim, a indagação principal retorna: o que vemos?