Pós-Modernidade, Capitalismo e Educação: A Universidade na Crise do Projeto Social Moderno

Ref: 978-85-473-0192-7

Pós-modernidade, capitalismo e educação: a universidade na crise do projeto social moderno analisa alguns desdobramentos (da crise) da racionalidade moderna na educação, buscando compreender suas implicações para o currículo e a formação universitária no capitalismo tardio. Em linhas gerais, procura compreender e explicitar as relações “mediatas” entre o projeto filosófico, político e social da modernidade – em sua fase sólida (acumulação rígida do capital), com a “lógica curricular da universidade moderna” e o projeto filosófico, político e social da pós-modernidade, e em sua fase flexível (acumulação flexível do capital), com a “lógica curricular da universidade no capitalismo tardio”.


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ISBN: 978-85-473-0192-7


ISBN Digital: 978-85-473-0192-7


Ano da edição: 2016


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 330


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Sidinei Pithan da Silva.

Pós-modernidade, capitalismo e educação: a universidade na crise do projeto social moderno analisa alguns desdobramentos (da crise) da racionalidade moderna na educação, buscando compreender suas implicações para o currículo e a formação universitária no capitalismo tardio. Em linhas gerais, procura compreender e explicitar as relações “mediatas” entre o projeto filosófico, político e social da modernidade – em sua fase sólida (acumulação rígida do capital), com a “lógica curricular da universidade moderna” e o projeto filosófico, político e social da pós-modernidade, e em sua fase flexível (acumulação flexível do capital), com a “lógica curricular da universidade no capitalismo tardio”.

A partir disso, o primeiro capítulo do livro esboça a problemática filosófica e pedagógica implicada na investigação sobre o tema da modernidade e da pós-modernidade, com seus desdobramentos nas questões implicadas com a educação, o currículo e a formação universitária. O segundo capítulo aborda os pressupostos filosóficos fundamentais do projeto social da modernidade, que tiveram seu ápice no contexto do Iluminismo europeu (século XVIII). Descreve e analisa, sobretudo, o contexto histórico, implicado na “legitimação” desses pressupostos, os quais se fizeram presentes e determinaram os “fundamentos” (da lógica curricular e da formação acadêmica constitutiva) da universidade moderna. O terceiro capítulo tematiza a crise dessas conjecturas constitutivas da “racionalidade” moderna, evidenciando as diferentes críticas da modernidade e as novas suposições emergentes ao longo do século XX.

Com isso, esta obra colabora criticamente para se pensar os desafios da educação universitária no contexto da crise da racionalidade moderna e na emergência da teorização pós-moderna. Figuram, em torno desses interesses, a radicalidade e a necessidade de se pensar, na educação, as condições “mediatas” que temos para desenvolver a “emancipação” social (e humana), projetada pela modernidade (iluminista) e, incorporada a ela, o desafio de uma política cultural das “diferenças”, projetada pela teorização pós-moderna. Sob esse critério, torna-se impossível pensar numa política cultural para o currículo e para a formação universitária que não esteja sintonizada com possibilidades de romper com as formas de alienação e exploração social típicas do capitalismo tardio. A luta contra a dominação, como lembra-nos Bauman, de forma alguma pode ser feita apenas localmente, mas sempre globalmente, e nisso se equivocam alguns pós-modernistas ao “eclipsarem” a razão.