Prostituição Glamour e o Caso

Ref: 978-85-8192-329-1

O livro procura dar uma visão psico/social da prostituição no Brasil e no mundo. Sua origem. A necessidade de transformá-la em profissão.


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ISBN: 978-85-8192-329-1


Edição: 1


Ano da edição: 2014


Data de publicação: 00/00/0000


Número de páginas: 160


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Francisco Antônio de Oliveira.

O livro procura dar uma visão psico/social da prostituição no Brasil e no mundo. Sua origem. A necessidade de transformá-la em profissão. O erro que vem sendo cometido pela França. O livro cuida da prostituição nos seus vários aspectos, desde a antiguidade até os nossos dias. Da prostituição no Império Romano como profissão e a valorização da prostituta já naquela época. Do sexo praticado na antiguidade por clérigos com mulheres casadas como meio de purificação. Era a sacanagem clerical. O estigma lançado pela Igreja sobre as prostitutas que persiste até hoje. A prostituição como meio de conservar os casamentos, possibilitando aos maridos o sexo selvagem, proibido em casa. A diversificação da prostituição no tempo e no espaço. As ramificações que surgiram sofisticando a profissão. Os bordéis, as casas de prostituição fazem parte da sociedade. A criação de empresas ilegais para o aliciamento de jovens sonhadoras e o tráfico de mulheres em todo o mundo. A prostituição de menores (meninos e meninas, a partir dos 10 anos) e o turismo sexual. A prostituição e a conquista de jovens de classe pobre. A prostituição como consequência do fator econômico e da pobreza. A omissão da Igreja ao estigmatizar a prostituição sem se importar com a origem. O Brasil possui 250 mil jovens no turismo sexual que são exploradas e fazem michê por um prato de comida ou por alguns dólares. Famílias que aceitam a prostituição da filha ou do filho como fonte de renda para reduzir a miséria. Das garotas de programa: mais sofisticadas ou menos sofisticadas. Ausência do poder público que troca a proteção social pela receita que entra do turismo. As doenças sexuais transmissíveis e o abandono do poder público. O tráfico de mulheres alavanca arrecadação de cerca de 32 bilhões de dólares por ano. A prostituição como profissão milenar nunca será extinta. Agostinho, depois transformado em Santo, chegara a esta conclusão: preferível a prostituição a abrir as portas para estupros e outros pecados mais graves.