Aprendizados da Luta: Mulheres Camponesas do Brasil e Indígenas do México

Ref: 978-85-473-0597-0

O livro que aqui se apresenta trata do processo educativo que se dá no universo de lutas e de trabalho de mulheres camponesas do Brasil e indígenas do México. No caso brasileiro, as organizações, as quais deram base à escrita, pertencem à Via Campesina, sendo mulheres do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), MMC (Movimento de Mulheres Camponesas) e MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), implicadas diretamente na produção de alimentos saudáveis e em contraposição ao agronegócio.


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ISBN: 978-85-473-0597-0


ISBN Digital: 978-85-473-0688-5


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 23/07/2018


Número de páginas: 287


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Isaura Isabel Conte.

O livro que aqui se apresenta trata do processo educativo que se dá no universo de lutas e de trabalho de mulheres camponesas do Brasil e indígenas do México. No caso brasileiro, as organizações, as quais deram base à escrita, pertencem à Via Campesina, sendo mulheres do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), MMC (Movimento de Mulheres Camponesas) e MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), implicadas diretamente na produção de alimentos saudáveis e em contraposição ao agronegócio. As organizações mexicanas são a União Nacional de Mulheres Indígenas e Camponesas (Unmic), ligada à União Nacional de Organizações Camponesas Autônomas (Unorca), movimento nacional vinculado à Via Campesina, e uma organização nacional de mulheres indígenas que aglutina as mais diversas etnias do País, o Conami (Conselho Nacional de Mulheres Indígenas).

O tema da dimensão educativa da luta, inclusive das mulheres, em específico, não tem sido objeto de estudo até pelo fato de parecer estranho ao campo acadêmico, além disso, nas organizações populares, os diversos fazeres de cada momento proporcionam poucas reflexões do campo educacional. Assim, o Brasil grandioso e/ou imaginário bem como o México profundo serão problematizados.

Feminismo e campesinato encontram-se em certa medida, e o feminismo camponês é descrito embrionariamente. Sobre os aprendizados na e da luta... a metáfora do Rio vai conduzi-los até eles. O livro mostra a dureza da luta e também da produção de alimentos diversificados no contexto atual, mas apresenta a beleza desses processos, dos quais muito se aprende.

Por que estudar as mulheres? Para as desocultar um pouco mais e assim, talvez, um dia, poderem fazer parte não mais da pequena história, mas da História.

A educação do campo é que lança luz, teoricamente, sobre o que aqui apresento, pois sob essa modalidade de educação é possível e necessário tratar de contextos extraescolares da luta, da cultura e, por assim dizer, da vida rural e de seus embates.

Mulheres inteligentes e autônomas representam um grande perigo e, elas sabem disso!