Solidariedade e Interesse: Motivações e Estratégias na Cooperação Internacional para o Desenvolvimento

Ref: 978-85-473-2141-3

O livro Solidariedade e interesse: motivações e estratégias na cooperação internacional para o desenvolvimento apresenta os resultados de mais de uma década de pesquisas de Carlos R. S. Milani sobre como os Estados utilizam a cooperação como ferramenta de suas respectivas políticas externas.


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ISBN: 978-85-473-2141-3


ISBN Digital: 978-85-473-2141-3


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 25/09/2018


Número de páginas: 350


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Carlos R. S. Milani.

O livro Solidariedade e interesse: motivações e estratégias na cooperação internacional para o desenvolvimento apresenta os resultados de mais de uma década de pesquisas de Carlos R. S. Milani sobre como os Estados utilizam a cooperação como ferramenta de suas respectivas políticas externas. Contando também com sua experiência de gestor de projetos internacionais no âmbito da Unesco durante mais de oito anos, o autor apresenta a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) como “campo político” das relações internacionais. Ademais, analisa como a CID tem cumprido papel de amortecedor das tensões internacionais e integrado, em distintos momentos históricos, os processos de negociação e reconstrução da ordem mundial. Assim foi no pós-Segunda Guerra, quando a agenda do desenvolvimento e da cooperação recebeu grande impulso de institucionalização pelos Estados Unidos, graças à competição ideológica entre capitalismo e comunismo, acirrada pelos processos de descolonização. Também ao final da Guerra Fria, agências bilaterais e multilaterais depositaram muitas esperanças nos chamados “dividendos da paz” que resultariam do que se imaginava poder poupar com a redução dos programas de desarmamento e dos orçamentos militares. Os “dividendos da paz”, beneficiariam, assim, esforços internacionais para o desenvolvimento de países africanos, latino-americanos, asiáticos e do Leste Europeu. E agora, na aurora do século XXI, a cooperação Sul-Sul, a cooperação triangular, os fundos público-privados e os mais diversos arranjos institucionais da CID passam a ocupar o centro dos interesses da política internacional, uma vez que muitas potências regionais e emergentes, dentre as quais estão a China, a Índia, a África do Sul, o Brasil e a Turquia, têm passado a utilizar mais intensamente e de modo estratégico essa ferramenta em suas agendas de política externa, disputando territórios e solidariedades no espaço mundial e reivindicando mudanças nos padrões de relacionamento entre o Ocidente e o chamado “Sul geopolítico”.