Do Púlpito às Mídias Sociais: Evangélicos na Política e Ativismo Digital

Ref: 978-85-5507-717-3

Não é mais possível estudar a relação entre mídia e religião, tanto na perspectiva das mídias religiosas quanto na das mídias seculares, sem se considerar a midiatização da religião e da política. Este é um fenômeno que marca o momento atual da política brasileira, em que os evangélicos se colocam na arena como um bloco organicamente articulado. Os evangélicos não são mais “os crentes” ou os grupos fechados de outrora. A separação social, “do mundo”, deixa de ser um valor evangélico da tradição fundamentalista-puritana: eles são hoje um grupo que desenvolve a cultura “da vida normal” combinada com a religião com presença nas mídias, moda própria, artistas e celebridades, inserção no mundo do mercado e do entretenimento. Além disso, este segmento religioso se vê fortalecido como parcela social que tem suas próprias reivindicações e pode eleger seus próprios representantes para os espaços de poder público. O ativismo digital evangélico emerge como um novo fenômeno neste processo.


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ISBN: 978-85-5507-717-3


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 30/05/2019


Número de páginas: 244


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Magali do Nascimento Cunha.


Não é mais possível estudar a relação entre mídia e religião, tanto na perspectiva das mídias religiosas quanto na das mídias seculares, sem se considerar a midiatização da religião e da política. Este é um fenômeno que marca o momento atual da política brasileira, em que os evangélicos se colocam na arena como um bloco organicamente articulado. Os evangélicos não são mais “os crentes” ou os grupos fechados de outrora. A separação social, “do mundo”, deixa de ser um valor evangélico da tradição fundamentalista-puritana: eles são hoje um grupo que desenvolve a cultura “da vida normal” combinada com a religião com presença nas mídias, moda própria, artistas e celebridades, inserção no mundo do mercado e do entretenimento. Além disso, este segmento religioso se vê fortalecido como parcela social que tem suas próprias reivindicações e pode eleger seus próprios representantes para os espaços de poder público. O ativismo digital evangélico emerge como um novo fenômeno neste processo.