O Significado em Frege e Carnap

Ref: 978-85-473-2784-2

O Significado em Frege e Carnap trata do significado de nomes próprios e expressões denotativas, e também delimita suas funções em sentenças declarativas sob o ponto de vista das teorias fregeana e carnapiana. O conceito de significado é fundamental para a corrente analítica da linguagem. Em Frege, uma expressão denotativa aponta para um significado e descreve um sentido. Para Carnap, toda expressão denotativa faz parte de uma classe, uma extensão, e possui propriedades, uma intensão. As duas teorias são semelhantes, mas Frege restringe a sua teoria aos moldes matemáticos, principalmente por tomar “a verdade” e “o falso” como objetos lógicos. Já Carnap, ao usar uma metalinguagem para interpretar uma dada linguagem objeto, obtém mais êxito, ao levar em conta que esse método, embora com restrições, analisa melhor qualquer linguagem bem estruturada, inclusive aquelas cujos termos derivam da linguagem cotidiana. A interseção das duas teorias concentra-se na investigação sobre qual método é mais viável para lidar com a noção do significado.


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ISBN: 978-85-473-2784-2


ISBN Digital: 978-85-473-2785-9


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 11/07/2019


Número de páginas: 137


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Ana Paula Emmendorfer.

O Significado em Frege e Carnap trata do significado de nomes próprios e expressões denotativas, e também delimita suas funções em sentenças declarativas sob o ponto de vista das teorias fregeana e carnapiana. O conceito de significado é fundamental para a corrente analítica da linguagem. Em Frege, uma expressão denotativa aponta para um significado e descreve um sentido. Para Carnap, toda expressão denotativa faz parte de uma classe, uma extensão, e possui propriedades, uma intensão. As duas teorias são semelhantes, mas Frege restringe a sua teoria aos moldes matemáticos, principalmente por tomar “a verdade” e “o falso” como objetos lógicos. Já Carnap, ao usar uma metalinguagem para interpretar uma dada linguagem objeto, obtém mais êxito, ao levar em conta que esse método, embora com restrições, analisa melhor qualquer linguagem bem estruturada, inclusive aquelas cujos termos derivam da linguagem cotidiana. A interseção das duas teorias concentra-se na investigação sobre qual método é mais viável para lidar com a noção do significado.