Da Negação da Infância à Invenção dos Tweens: Imperativos de Autonomia na Sociedade Contemporânea

Ref: 978-85-473-3366-9

O livro Da negação da infância à invenção dos tweens: imperativos de autonomia na sociedade contemporânea problematiza a noção de adultização da infância, oferecendo uma nova perspectiva para o fenômeno, que tem sido analisado desde os anos 1990. A autora investiga como práticas de consumo midiático têm um papel central na profusão de discursos que convocam as crianças a crescer, ou ainda, adolescer. E, nesse sentido, revela de que maneira os processos comunicacionais podem ser produtivos para a compreensão de como a cultura contemporânea oferece recursos materiais e simbólicos para que as crianças façam a transição de uma identidade etária infantil para uma identidade etária juvenil. A obra permite visualizar a emergência, nos anos 2000, do fenômeno midiático dos tweens, meninos e meninas convocados a deixar a infância, sem que tenham se tornado adolescentes, sinalizando diferentes formas de ser e estar criança no mundo. Aponta, ainda, para a necessidade de pesquisadores das Ciências Sociais e Humanas, interessados na relação entre infância e mídia, além de pais e educadores, identificarem de que modo os produtos culturais consumidos por esse grupo etário articulam-se com os imperativos de autonomia e, nesse sentido, que tipos subjetivos infantis podem emergir a partir de tais dinâmicas.


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ISBN: 978-85-473-3366-9


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 03/08/2019


Número de páginas: 179


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Renata Tomaz.

O livro Da negação da infância à invenção dos tweens: imperativos de autonomia na sociedade contemporânea problematiza a noção de adultização da infância, oferecendo uma nova perspectiva para o fenômeno, que tem sido analisado desde os anos 1990. A autora investiga como práticas de consumo midiático têm um papel central na profusão de discursos que convocam as crianças a crescer, ou ainda, adolescer. E, nesse sentido, revela de que maneira os processos comunicacionais podem ser produtivos para a compreensão de como a cultura contemporânea oferece recursos materiais e simbólicos para que as crianças façam a transição de uma identidade etária infantil para uma identidade etária juvenil. A obra permite visualizar a emergência, nos anos 2000, do fenômeno midiático dos tweens, meninos e meninas convocados a deixar a infância, sem que tenham se tornado adolescentes, sinalizando diferentes formas de ser e estar criança no mundo. Aponta, ainda, para a necessidade de pesquisadores das Ciências Sociais e Humanas, interessados na relação entre infância e mídia, além de pais e educadores, identificarem de que modo os produtos culturais consumidos por esse grupo etário articulam-se com os imperativos de autonomia e, nesse sentido, que tipos subjetivos infantis podem emergir a partir de tais dinâmicas.