Paradoxos do Trabalho: As Faces da Insegurança, da Performance e da Competição

Ref: 978-85-473-3320-1

Por que o mundo do trabalho é sentido de forma cada vez mais paradoxal? Quais os custos psicológicos do engajamento, da busca por destaque, visibilidade e exclusividade no trabalho? Como o excesso de pressão e cobrança pessoal são vivenciados atualmente nas empresas? Por que cada vez menos podemos manifestar nossas vulnerabilidades e fraquezas no ambiente corporativo e por que as vivências de sofrimento e mal-estar tendem a ser mais individualizadas nesses espaços?Para responder a essas questões, o livro Paradoxos do Trabalho: as faces da insegurança, da performance e da competição explora os efeitos dos investimentos psíquicos e ideológicos existentes entre trabalhadores e empresas. Responsáveis por nutrir um imaginário específico de progresso, sobretudo as grandes corporações, encarnam o símbolo máximo da eficiência, um novo polo de legitimação social, e amparam-se na promessa da realização de projetos específicos: ascensão vertiginosa, reconhecimento, visibilidade e destaque social. Paradoxalmente, à medida que a incerteza e a descartabilidade atingem seu auge, a preocupação volta-se à empregabilidade e, de modo oculto, predominam os sentimentos de descrença, sobrecarga, desconfiança, desencantamento, cansaço, instabilidade ou impotência diante da aridez do dia a dia nas empresas.Neste livro, o leitor encontrará uma compreensão das origens desse fenômeno, vinculado a transformações culturais de nossa sociedade e aos modos de gestão predominantes nas organizações de trabalho.


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ISBN: 978-85-473-3320-1


ISBN Digital: 978-85-473-3321-8


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 21/08/2019


Número de páginas: 281


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Matheus Viana Braz.

Por que o mundo do trabalho é sentido de forma cada vez mais paradoxal? Quais os custos psicológicos do engajamento, da busca por destaque, visibilidade e exclusividade no trabalho? Como o excesso de pressão e cobrança pessoal são vivenciados atualmente nas empresas? Por que cada vez menos podemos manifestar nossas vulnerabilidades e fraquezas no ambiente corporativo e por que as vivências de sofrimento e mal-estar tendem a ser mais individualizadas nesses espaços?
Para responder a essas questões, o livro Paradoxos do Trabalho: as faces da insegurança, da performance e da competição explora os efeitos dos investimentos psíquicos e ideológicos existentes entre trabalhadores e empresas.
Responsáveis por nutrir um imaginário específico de progresso, sobretudo as grandes corporações, encarnam o símbolo máximo da eficiência, um novo polo de legitimação social, e amparam-se na promessa da realização de projetos específicos: ascensão vertiginosa, reconhecimento, visibilidade e destaque social. Paradoxalmente, à medida que a incerteza e a descartabilidade atingem seu auge, a preocupação volta-se à empregabilidade e, de modo oculto, predominam os sentimentos de descrença, sobrecarga, desconfiança, desencantamento, cansaço, instabilidade ou impotência diante da aridez do dia a dia nas empresas.
Neste livro, o leitor encontrará uma compreensão das origens desse fenômeno, vinculado a transformações culturais de nossa sociedade e aos modos de gestão predominantes nas organizações de trabalho.