Crianças em Itinerância:Histórias, Culturas e Direitos – Volume 4

Ref: 978-85-473-3031-6

CRIANÇAS EM ITINERÂNCIA: HISTÓRIAS, CULTURAS E DIREITOS trata das crianças que, por diferentes motivos, têm a vida em movimento. Crianças que trocam de endereços ou que possuem mais de um endereço fixo, e outras ainda andantes sem nenhum endereço. Seja por razões econômicas, políticas, de classe social, etnia, estado de saúde, condição familiar ou situação geográfica, parecem todas filhas pouco queridas das políticas públicas nacionais e internacionais. Em inumeráveis situações, são verdadeiramente órfãs das políticas. Itinerar frequentemente situa as crianças e seus adultos no lugar de quem erra. Errante não porque é ou está andante, mas porque não está dentro da estrutura criada para alocar pessoas do mundo em grupos que já receberam um nome, uma classificação, um lugar.


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ISBN: 978-85-473-3031-6


Edição: 1


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 25/10/2019


Número de páginas: 221


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Verônica Regina Müller.

CRIANÇAS EM ITINERÂNCIA: HISTÓRIAS, CULTURAS E DIREITOS trata das crianças que, por diferentes motivos, têm a vida em movimento. Crianças que trocam de endereços ou que possuem mais de um endereço fixo, e outras ainda andantes sem nenhum endereço. Seja por razões econômicas, políticas, de classe social, etnia, estado de saúde, condição familiar ou situação geográfica, parecem todas filhas pouco queridas das políticas públicas nacionais e internacionais. Em inumeráveis situações, são verdadeiramente órfãs das políticas. Itinerar frequentemente situa as crianças e seus adultos no lugar de quem erra. Errante não porque é ou está andante, mas porque não está dentro da estrutura criada para alocar pessoas do mundo em grupos que já receberam um nome, uma classificação, um lugar.

O que dizer das refugiadas ou imigrantes que pretendem fixar-se, ou de outras que estão de passagem por um país? E ainda das crianças em situação de rua, que sistematicamente perfazem itinerários percorrendo a própria cidade, as cidades vizinhas ou até mesmo outros países? E as que viajam semanalmente para as transfusões de sangue ou mensalmente para tratamento de câncer ou hemofilia... E as que cruzam fronteiras diariamente para ir à escola noutro país? E as que passam de instituição em instituição convertidas em protocolo? E as que vivem no circo? E as que vivem um tempo na rua, outro tempo no vizinho, aqui e acolá?