Heróis e Anti-Heróis do Sertão de Lins do Rego

Ref: 978-85-473-3902-9

A obra Heróis e anti-heróis do sertão de Lins do Rego convida o leitor de literatura a uma reflexão sobre os romances Pedra Bonita (1938) e Cangaceiros (1953), do reconhecido romancista paraibano. Tomados como “ciclo do cangaço, misticismo e seca” por José Aderaldo Castello, esses dois romances são lidos, criticamente, aqui, como um só: o primeiro tem sua continuidade no segundo, conforme nos alerta o próprio autor, José Lins do Rego. O cangaço, o misticismo (para nós, messianismo) e a seca são temas que alimentam, há décadas, o imaginário do sertão nordestino e a pesquisa histórica e sociológica. Transpostos ao plano da ficção, esses temas, já quase míticos, agregam-se a aspectos peculiares da cultura regional, especialmente o repente dos violeiros e a poesia dos folhetos. Pedra Bonita e Cangaceiros reúnem tudo isso em um só plano, o da reinvenção artística, na trama romanesca. Consoante o imaginário popular, nutrido pela corrente histórica, seus personagens são, a um só tempo, heróis e anti-heróis, vítimas e bandidos. Desse modo, a presente obra oferece uma leitura instigante das citadas narrativas de José Lins do Rego, leitura essa que chama, a um primeiro plano, as inquietantes questões regionais que reverberam na vida presente e na memória dos que fazem parte deste importante pedaço do Brasil: o sertão do Nordeste.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 46,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-85-473-3902-9


Edição:


Ano da edição: 2019


Data de publicação: 22/11/2019


Número de páginas: 131


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Amauri Morais Oliveira .

A obra Heróis e anti-heróis do sertão de Lins do Rego convida o leitor de literatura a uma reflexão sobre os romances Pedra Bonita (1938) e Cangaceiros (1953), do reconhecido romancista paraibano. Tomados como “ciclo do cangaço, misticismo e seca” por José Aderaldo Castello, esses dois romances são lidos, criticamente, aqui, como um só: o primeiro tem sua continuidade no segundo, conforme nos alerta o próprio autor, José Lins do Rego. O cangaço, o misticismo (para nós, messianismo) e a seca são temas que alimentam, há décadas, o imaginário do sertão nordestino e a pesquisa histórica e sociológica. Transpostos ao plano da ficção, esses temas, já quase míticos, agregam-se a aspectos peculiares da cultura regional, especialmente o repente dos violeiros e a poesia dos folhetos. Pedra Bonita e Cangaceiros reúnem tudo isso em um só plano, o da reinvenção artística, na trama romanesca. Consoante o imaginário popular, nutrido pela corrente histórica, seus personagens são, a um só tempo, heróis e anti-heróis, vítimas e bandidos. Desse modo, a presente obra oferece uma leitura instigante das citadas narrativas de José Lins do Rego, leitura essa que chama, a um primeiro plano, as inquietantes questões regionais que reverberam na vida presente e na memória dos que fazem parte deste importante pedaço do Brasil: o sertão do Nordeste.