Ney Matogrosso... Para Além do Bustiê: Performances da Contraviolência na Obra Bandido (1976-1977)

Ref: 978-85-473-3837-4

O livro Ney Matogrosso... para além do bustiê: performances da contraviolência na obra Bandido (1976-1977) perspectiva o percurso histórico de Ney Matogrosso durante o regime militar, especificamente na década de 1970, sendo o momento em que o artista corporificou personagens marginais que auxiliaram no processo de “produção simbólica” de suas performances (fonograma, capa, encarte, videoclipe, espetáculo); o que convencionou uma estética da subversão. Entretanto sua obra não esteve desligada da realidade de sua época. Por isso, aqui, a trajetória do respectivo performer é analisada em diálogo com as produções que tiveram o compromisso de exibição e corporificação de figuras da marginalidade. Assim, a intenção principal deste livro é compreender a obra de Ney Matogrosso no bojo das performances da contraviolência, em diálogo com a produção cultural da década de 1970, pela estrutura de sentimento calcada na evidência da articulação entre erotismo e violência que exibiu, como performatividade: a figura do marginal em produções artísticas. Para isso, é preciso retomar o panorama de lutas de representações que se engendraram a partir da década de 1970, momento em que se dimensionou a circunscrição de divergências internas nos segmentos de arte ligados à esquerda e à contracultura, em que dilemas sociais, políticos e culturais recaíram sobre a arte.


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ISBN: 978-85-473-3837-4


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 16/12/2019


Número de páginas: 313


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Robson Pereira da Silva.

O livro Ney Matogrosso... para além do bustiê: performances da contraviolência na obra Bandido (1976-1977) perspectiva o percurso histórico de Ney Matogrosso durante o regime militar, especificamente na década de 1970, sendo o momento em que o artista corporificou personagens marginais que auxiliaram no processo de “produção simbólica” de suas performances (fonograma, capa, encarte, videoclipe, espetáculo); o que convencionou uma estética da subversão. Entretanto sua obra não esteve desligada da realidade de sua época. Por isso, aqui, a trajetória do respectivo performer é analisada em diálogo com as produções que tiveram o compromisso de exibição e corporificação de figuras da marginalidade. Assim, a intenção principal deste livro é compreender a obra de Ney Matogrosso no bojo das performances da contraviolência, em diálogo com a produção cultural da década de 1970, pela estrutura de sentimento calcada na evidência da articulação entre erotismo e violência que exibiu, como performatividade: a figura do marginal em produções artísticas. Para isso, é preciso retomar o panorama de lutas de representações que se engendraram a partir da década de 1970, momento em que se dimensionou a circunscrição de divergências internas nos segmentos de arte ligados à esquerda e à contracultura, em que dilemas sociais, políticos e culturais recaíram sobre a arte.