A Estética da Deficiência

Ref: 978-85-473-4097-1

O livro A estética da deficiência lança um novo olhar acerca da percepção das pessoas com deficiência sobre o ambiente de trabalho, a partir da teoria da estética organizacional. Considerar o conhecimento sensorial, que geralmente é inconsciente, tácito e desinteressado, significa buscar, no discurso “não dito”, nas expressões não vistas e no sentimento reservado, aquilo que as pessoas com deficiência carregam de sua experiência no ambiente organizacional. Tendo em vista que as pessoas com deficiência ainda enfrentam problemas de adequações das empresas com sua inserção, isso porque, além da própria questão de inclusão, recaem, ainda sobre as organizações, falta de preparo e condições para adequar sua estrutura e atender de maneira pertinente tais demandas.


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ISBN: 978-85-473-4097-1


ISBN Digital: 978-85-473-4097-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 23/01/2020


Número de páginas: 93


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Cíntia Borges Ferreira Leal.

2. Gislaine Maria Silva Oliveira .

O livro A estética da deficiência lança um novo olhar acerca da percepção das pessoas com deficiência sobre o ambiente de trabalho, a partir da teoria da estética organizacional. Considerar o conhecimento sensorial, que geralmente é inconsciente, tácito e desinteressado, significa buscar, no discurso “não dito”, nas expressões não vistas e no sentimento reservado, aquilo que as pessoas com deficiência carregam de sua experiência no ambiente organizacional. Tendo em vista que as pessoas com deficiência ainda enfrentam problemas de adequações das empresas com sua inserção, isso porque, além da própria questão de inclusão, recaem, ainda sobre as organizações, falta de preparo e condições para adequar sua estrutura e atender de maneira pertinente tais demandas. Nessa perspectiva, a estética organizacional é explorada nesta obra com intuito de proporcionar, aos gestores e aos demais sujeitos envolvidos no ambiente organizacional, a possibilidade de obtenção de novas formas de ver e conceber a proposta de inclusão a partir da visão dos principais interessados: as pessoas com deficiência. O tema Estética organizacional é ainda pouco explorado, apesar de já ser percebido por alguns autores (JONES et al., 1988; RAMIREZ, 1991; SANDELANDS; BUCHNER, 1989; STRATI, 1990; 1992) como influentes no desempenho organizacional. Assim, toma-se, de forma liberal, a busca de fontes que fundamentem essa discussão, tentando enfatizar como o código estético no “distinto modo de sentir dos membros de uma organização” pode contribuir com o paradigma econômico predominante no meio.