As Mulheres no Mundo da Ciência e do Trabalho: Reflexões sobre um Saber-Fazer

Ref: 978-85-473-4301-9

As mulheres no mundo da Ciência e do Trabalho é fruto do desafio de reunir estudiosos e pesquisadores de áreas tão diversas como a Agronomia e a Eletrotécnica, a Física e a Gestão Empresarial, entre outras, para refletirem sobre assuntos também os mais diversos, que vão de questões de ergonomia no ambiente de trabalho ao abandono de cursos de graduação em função da necessidade de cuidar dos filhos. Não é deixada de lado a reflexão sobre as causas sociais e históricas que condicionaram a tímida presença feminina em determinadas áreas do conhecimento, nomeadamente nas chamadas “ciências duras”.


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ISBN: 978-85-473-4301-9


ISBN Digital: 978-85-473-4302-6


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 22/01/2020


Número de páginas: 249


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Isabel C. Lousada.

2. Márcio Matiassi Cantarin .

As mulheres no mundo da Ciência e do Trabalho é fruto do desafio de reunir estudiosos e pesquisadores de áreas tão diversas como a Agronomia e a Eletrotécnica, a Física e a Gestão Empresarial, entre outras, para refletirem sobre assuntos também os mais diversos, que vão de questões de ergonomia no ambiente de trabalho ao abandono de cursos de graduação em função da necessidade de cuidar dos filhos. Não é deixada de lado a reflexão sobre as causas sociais e históricas que condicionaram a tímida presença feminina em determinadas áreas do conhecimento, nomeadamente nas chamadas “ciências duras”.
Todos os profissionais que colaboram nesta edição entendem que as relações de poder e dominação que permeiam a divisão entre as grandes áreas da ciência, relegando a mulher mais ao domínio das humanidades que ao das ciências exatas, são manifestações de como a estrutura patriarcal exerce sua força coercitiva. Questiona-se até que ponto essa divisão gera constrangimentos e prejuízos, podendo ser entendida como uma dimensão de violência, simbólica ou real, contra a mulher. Será somente a “competência” o fator que define a escolha profissional e vocacional? Ou ainda, não serão as “vocações” condicionadas a fenômenos de identidade, como um constructo social ao qual esteja vinculada a necessidade de conciliação do profissional/público com o familiar/privado? Quais motivações e efeitos socioeconômicos estão relacionados às estratégias discursivas que identificam historicamente a mulher e o feminino com profissões que têm por mote a ordem do cuidar, derivada de algum suposto vínculo com o que se pode chamar de instinto materno, tais como a docência no ensino infantil, a enfermagem ou a farmácia?
O que este livro busca é compreender a segregação impingida às mulheres em determinadas carreiras científicas, tomando como base os dados sobre as profissões que elas escolheram (ou foram levadas a “escolher”). Na prática, o que os autores fazem aqui é identificar, quantificar e analisar dados que facultam uma leitura crítica das variadas situações elencadas, com vistas a refletir e quiçá definir propostas que possam servir de base a políticas públicas mais assertivas em favor da igualdade.