Diálogos sobre Educação do Campo, Resistência e Emancipação Social e Humana: Um Chamamento para Reflexão no/do Cenário Educacional

Ref: 978-85-473-4258-6

O livro Diálogos sobre Educação do Campo, resistência e emancipação social e humana: um chamamento para reflexão no/do cenário educacional originou-se a partir de debates e reflexões ocorridas no III Seminário Internacional da Educação do Campo (SIFEDOC), ocorrido na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, campus Erechim/RS, em 2017. Nesse evento foi firmado compromisso pela produção de uma obra que representasse o coletivo dos participantes – escolas, movimentos sociais e universidades – comprometidos com a Educação Popular e com a Educação do Campo. A obra é composta por capítulos de autores da literatura nacional e internacional que defendem a Educação do Campo como área de produção de conhecimento, de políticas públicas e de movimento de resistência e emancipação social e humana. Trata-se de uma produção atual, contextualizada e necessária diante do cenário educacional brasileiro, marcado, nos últimos semestres, por oscilações e desafios para a continuidade de políticas públicas e da própria democracia.


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ISBN: 978-85-473-4258-6


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 05/02/2020


Número de páginas: 151


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Anderson Jair Goulart .

O livro Diálogos sobre Educação do Campo, resistência e emancipação social e humana: um chamamento para reflexão no/do cenário educacional originou-se a partir de debates e reflexões ocorridas no III Seminário Internacional da Educação do Campo (SIFEDOC), ocorrido na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, campus Erechim/RS, em 2017. Nesse evento foi firmado compromisso pela produção de uma obra que representasse o coletivo dos participantes – escolas, movimentos sociais e universidades – comprometidos com a Educação Popular e com a Educação do Campo. A obra é composta por capítulos de autores da literatura nacional e internacional que defendem a Educação do Campo como área de produção de conhecimento, de políticas públicas e de movimento de resistência e emancipação social e humana. Trata-se de uma produção atual, contextualizada e necessária diante do cenário educacional brasileiro, marcado, nos últimos semestres, por oscilações e desafios para a continuidade de políticas públicas e da própria democracia.