A Filosofia do Sagrado de Rudolf Otto

Ref: 978-85-473-4408-5

Embora seja um autor sobejamente conhecido, citado e criticado no Brasil, Rudolf Otto poderia ser classificado como um “ilustre desconhecido” entre nós. Isso pelo fato de tudo aquilo que se diz do autor, contra ou a favor de suas posições, estar baseado em apenas uma de suas obras: O sagrado, publicada em 1917. A filosofia do sagrado de Rudolf Otto procura fazer uma investigação mais aprofundada do pensamento do teólogo alemão, levando em consideração obras anteriores e fundamentais para a compreensão de sua obra de 1917, ou seja, As visões naturalista e religiosa do mundo, de 1904; A filosofia da religião baseada em Kant e Fries, de 1909.


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ISBN: 978-85-473-4408-5


ISBN Digital: 978-85-473-4409-2


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 11/02/2020


Número de páginas: 279


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Alexandro Ferreira de Souza.

Embora seja um autor sobejamente conhecido, citado e criticado no Brasil, Rudolf Otto poderia ser classificado como um “ilustre desconhecido” entre nós. Isso pelo fato de tudo aquilo que se diz do autor, contra ou a favor de suas posições, estar baseado em apenas uma de suas obras: O sagrado, publicada em 1917. A filosofia do sagrado de Rudolf Otto procura fazer uma investigação mais aprofundada do pensamento do teólogo alemão, levando em consideração obras anteriores e fundamentais para a compreensão de sua obra de 1917, ou seja, As visões naturalista e religiosa do mundo, de 1904; A filosofia da religião baseada em Kant e Fries, de 1909. Por meio do Leitmotiv da autonomia e validade da religião, é possível defender uma unidade na argumentação do autor, unidade esta que, iniciando-se com a identificação de uma tentativa de negação da perspectiva propriamente religiosa por parte dos métodos científico-naturalistas de fins do século XIX e início do século XX, e que passando por uma tentativa de fundamentação no idealismo transcendental de Jakob Friedrich Fries, encontra sua formulação final na obra de 1917 e na proposição da ideia-complexo do sagrado, formada por elementos racionais e irracionais estritamente apriorísticos. Uma tentativa de consideração unitária desses três escritos pode ainda oferecer soluções para problemas na argumentação de Otto sempre apontados pela crítica, como sua equivocada leitura do pensamento de Kant, os alegados conflitos entre os vários interesses do autor e a acusação de ser um defensor do irracionalismo.