Representações Sociais de Jovens de Goiânia: A Negociação de Sentidos em Relação aos Discursos Midiáticos a Respeito de Si

Ref: 978-85-473-4652-2

O livro Representações sociais de jovens de Goiânia: a negociação de sentidos em relação aos discursos midiáticos a respeito de si busca investigar as representações sociais de jovens de Goiânia sobre os discursos midiáticos hegemônicos, envolvendo a temática da criminalidade e da violência, a respeito de si.


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ISBN: 978-85-473-4652-2


ISBN Digital: 978-65-86034-56-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 12/03/2020


Número de páginas: 205


Encadernação: Brochura


Peso: 100 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Gardene Leão Castro.

O livro Representações sociais de jovens de Goiânia: a negociação de sentidos em relação aos discursos midiáticos a respeito de si busca investigar as representações sociais de jovens de Goiânia sobre os discursos midiáticos hegemônicos, envolvendo a temática da criminalidade e da violência, a respeito de si. Buscou-se, em um primeiro momento, perceber como os jovens são representados no jornal Daqui, veículo de maior circulação impressa em Goiás, em estudo comparativo de 3 meses entre os anos de 2010 e 2014. Pode-se perceber que, desde 2010, o Daqui faz uma forte ligação entre juventude, pobreza e o perigo em seu discurso. Em 2014, tal representação foi deslocada para a explicação do aumento da violência em Goiânia e em Goiás como consequência do envolvimento de jovens com o uso e com o tráfico de drogas. Após a análise das notícias, utilizando como referencial teórico a Teoria das Representações Sociais, buscou-se compreender como jovens de diferentes classes sociais (alta, média e baixa), moradores de Goiânia, recebem, compreendem e (res)significam as representações midiáticas envolvendo a temática da criminalidade e violência na juventude. Percebe-se que jovens não assimilam o conteúdo midiático sem criticá-lo. Apesar de vivenciarem a violência de formas distintas, eles foram unânimes ao afirmar que a mídia não é imparcial ou neutra ao retratar o seu cotidiano.