EgoAzul

Ref: 978-85-473-4524-2

Este primeiro livro de contos de Josélia Hernandez, EgoAzul, reúne o melhor de sua literatura sobre o amor em forma de prosa. A começar de uma releitura do mito de Eros e Psiquê, as histórias subsequentes tratam desde o fim, quase sempre trágico, de um belo episódio de traição; da relação amorosa concebida pelas telas das redes sociais; da alquimia desejada para manipular o amor; do amor em solidão; da loucura de uma paixão; das barreiras sociais e políticas que aprisionam o ser amado; da paixão fortuita e escravizadora até chegar ao amor pela vida, aquele que se costura diariamente.


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ISBN: 978-85-473-4524-2


ISBN Digital: 978-85-473-4525-9


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 10/06/2020


Número de páginas: 73


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Josélia Hernandez.

Este primeiro livro de contos de Josélia Hernandez, EgoAzul, reúne o melhor de sua literatura sobre o amor em forma de prosa. A começar de uma releitura do mito de Eros e Psiquê, as histórias subsequentes tratam desde o fim, quase sempre trágico, de um belo episódio de traição; da relação amorosa concebida pelas telas das redes sociais; da alquimia desejada para manipular o amor; do amor em solidão; da loucura de uma paixão; das barreiras sociais e políticas que aprisionam o ser amado; da paixão fortuita e escravizadora até chegar ao amor pela vida, aquele que se costura diariamente. Ao mesmo tempo que seus textos são densos, assombrosos e arrepiantes, há a sutileza, a serenidade, a intrepidez da cena amorosa. Se, por um lado, o amor em EgoAzul é obstinado, manipulado, virtualizado, costurado, encaixotado, por outro, é contado, sempre retratando a consumação de um sentimento, como a própria autora diz, “tão amedrontadoramente majestoso”. Apesar de as personagens femininas predominarem em seu livro, a autora delineia o sentimento amoroso sob diferentes prismas, sem se preocupar em rotular sua narrativa, o que faz dela uma leitura empolgante, cujo erotismo delicado convida o leitor a jamais esquecer o amor, mas, pelo contrário, dele viver.