Amazônia Azul: A Contribuição do Brasil para a Mudança Normativa do Regime Internacional dos Mares

Ref: 978-65-5820-397-1

O livro Amazônia Azul: a contribuição do Brasil para a mudança normativa do regime internacional dos mares faz um verdadeiro trabalho de Arqueologia sobre a construção da última fronteira brasileira: a definição dos espaços marinhos de sua plataforma continental no Atlântico Sul, conhecida como Amazônia Azul.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 99,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 35,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-5820-397-1


ISBN Digital: 978-65-5820-395-7


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 20/11/2020


Número de páginas: 367


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Bianca Pereira Bittencourt.

2. Nayara Tavares Cardoso.

3. Erica Simone Almeida Resende.

O livro Amazônia Azul: a contribuição do Brasil para a mudança normativa do regime internacional dos mares faz um verdadeiro trabalho de Arqueologia sobre a construção da última fronteira brasileira: a definição dos espaços marinhos de sua plataforma continental no Atlântico Sul, conhecida como Amazônia Azul. A obra destaca como o pedido do reconhecimento internacional da extensão da plataforma continental brasileira submetido à Comissão de Limites da Plataforma Continental, órgão da ONU criado pela Convenção de Montego Bay sobre o Direito do Mar, foi capaz de esclarecer regras e procedimentos do regime internacional dos mares. Ao realizarem um verdadeiro trabalho de Arqueologia histórica sobre o regime internacional dos mares e o projeto brasileiro da Amazônia Azul, as autoras destacam o papel fundamental do Plano de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (Leplac), responsável pelo mapeamento, registro e determinação dos limites da área oceânica brasileira além da zona econômica exclusiva. A excelência técnica dos estudos científicos realizados pelo Leplac, assim como a cooperação interagências entre Marinha do Brasil, Ministério das Relações Exteriores e Petrobrás, deram respaldo técnico e político para que o Brasil tenha sido o primeiro Estado a ver aceito, nos termos da Convenção de Montego Bay, seu pleito de extensão de limites da plataforma continental. O sucesso do pleito brasileiro não apenas acrescenta cerca de 5,7 milhões de km² à área sob soberania brasileira, correspondendo, aproximadamente, à metade da área terrestre do Brasil, como também demonstra a capacidade de um Estado sem grandes recursos de poder material, de posicionamento periférico e emergente, de modificar normas internacionais e regimes internacionais.