Sistemas Numéricos: Conhecimentos Matemáticos de Povos Indígenas do Alto Rio Negro

Ref: 978-65-5523-998-0

Índio faz ciência? E matemática? Como são construídos os objetos utilizados no cotidiano indígena? Como são elaborados os medicamentos naturais? Dentre essas e outras questões nos levaram ao desenvolvimento da pesquisa descrita no livro Sistemas Numéricos: construção do conhecimento matemático de povos indígenas do Alto Rio Negro.


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ISBN: 978-65-5523-998-0


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 07/12/2020


Número de páginas: 121


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Rejane Maria Caldas Freitas.


Índio faz ciência? E matemática? Como são construídos os objetos utilizados no cotidiano indígena? Como são elaborados os medicamentos naturais? Dentre essas e outras questões nos levaram ao desenvolvimento da pesquisa descrita no livro Sistemas Numéricos: construção do conhecimento matemático de povos indígenas do Alto Rio Negro. Com respostas às indagações, o livro traz junto uma proposta na perspectiva de educação intercultural com o intuito de mostrar que os povos indígenas têm maneiras próprias de saber-fazer, de aprender e de ensinar matemática. Os sistemas numéricos ultrapassam sistematizações daquelas que estamos acostumados, ou seja, limitados ao conhecimento ocidental repassado na escola do não índio.
O município de São Gabriel no Amazonas localizado na região do Alto Rio Negro possui mais de 20 etnias com suas variadas línguas e costumes. Certamente que isso é um detalhe estimulador à pesquisa. O livro é um resgate de informações sobre as ciências desenvolvidas pelos nativos dessa região. Mas, a relevância está na realização de comparações dos sistemas numéricos com etnias de outras regiões do Brasil e as etnias Tariano, Baniwa e Maku do noroeste do Amazonas. O intuito dessa obra é colaborar com estudiosos que buscam conhecer acerca da ciência indígena, com os professores indígenas e não indígenas da região amazônica, com os acadêmicos e com os pesquisadores da educação matemática e matemática indígenas e demais interessados em fazer uma leitura dinâmica e interessante acrescendo um pouco mais sobre o conhecimento da questão.