E se Experimentássemos Mais? : Contribuições Não Técnicas de Acessibilidade em Espaços Culturais

Ref: 978-65-5820-133-5

O livro E se experimentássemos mais? Contribuições não técnicas de acessibilidade em espaços culturais traz reflexões urgentes sobre a participação efetiva de pessoas com deficiência em exposições de arte.


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ISBN: 978-65-5820-133-5


ISBN Digital: 978-65-5820-144-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 29/11/2020


Número de páginas: 97


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Camila Araújo Alves.

O livro E se experimentássemos mais? Contribuições não técnicas de acessibilidade em espaços culturais traz reflexões urgentes sobre a participação efetiva de pessoas com deficiência em exposições de arte. O acesso deste público à arte, bem como em outros campos, vem sendo historicamente negado ou restringido e no que concerne o acesso, do público com deficiência aos espaços de arte busco trazer neste livro narrativas que permitam problematizar e assim recriar as únicas histórias acerca da deficiência e da acessibilidade. Com o livro proponho uma tomada de posição: Uma acessibilidade mais estética ao invés de uma acessibilidade puramente técnica em espaços culturais. Ao longo deste trabalho, através das articulações com as histórias contadas por mim marco uma posição com relação à mediação cultural. Aqui o ato de mediar é poder estar entre muitas histórias e pensar num modo de leva-las adiante para um efetivo trabalho de acessibilidade. A presença de uma pesquisadora cega, que simultaneamente é também público alvo e vetor das ações de acessibilidade traz a cegueira como um método de pesquisa, um modo de perceber que ultrapassa a hegemonia perceptiva da visão que há séculos exclui outros modos de perceber e produzir conhecimento. O PesquisarCOM, método de pesquisa utilizada no trabalho que aqui se apresenta, nos lança o desafio de desfazer e refazer certas fronteiras, numa aposta de construção de um mundo comum e heterogêneo. Histórias singulares, locais e situadas tem a força de multiplicar as versões, tem a força política de refazer o que conta e o que não conta no mundo. Contar histórias, muitas histórias nos fazem compor um mundo mais rico e mais denso. Este livro é um convite para o encontro com muitas e novas histórias, tornando mais complexa a relação do leitor com a deficiência e com a acessibilidade no campo da arte.