Labirinto Contemporâneo: A Ficção Policial Brasileira

Ref: 978-65-5820-632-3

Para refletir sobre as narrativas detetivescas contemporâneas brasileiras, Marta Rodriguez inicia seus pensamentos com a metáfora do labirinto. Traçando um caminho e percorrendo-o com o leitor, ela nos mostra as relações entre os clássicos romances de enigma e a produção contemporânea. Ao retomar obras marcantes para a consolidação do gênero – de Edgar Allan Poe a Raymond Chandler –, a autora mostra como essas narrativas ainda influenciam a literatura brasileira contemporânea. Explora, para isso, o caráter intertextual presente nas obras de Luiz Alfredo Garcia-Roza, Luiz Fernando Veríssimo e Flávio Carneiro e os elos com a tradição detetivesca.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 55,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 19,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-5820-632-3


ISBN Digital: 978-65-5820-742-9


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 25/11/2020


Número de páginas: 151


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Marta Maria Crespo Rodriguez.

Para refletir sobre as narrativas detetivescas contemporâneas brasileiras, Marta Rodriguez inicia seus pensamentos com a metáfora do labirinto. Traçando um caminho e percorrendo-o com o leitor, ela nos mostra as relações entre os clássicos romances de enigma e a produção contemporânea. Ao retomar obras marcantes para a consolidação do gênero –de Edgar Allan Poe a Raymond Chandler –, a autora mostra como essas narrativas ainda influenciam a literatura brasileira contemporânea. Explora, para isso, o caráter intertextual presente nas obras de Luiz Alfredo Garcia-Roza, Luiz Fernando Veríssimo e Flávio Carneiro e os elos com a tradição detetivesca, sobretudo na profunda relação dialógica que esses textos estabelecem com a obra do dito fundador do gênero, Poe. Ainda que percorramos um labirinto, Marta Rodriguez nos leva de maneira leve e fluida a considerar como a origem do gênero ainda marca e inspira tantos autores, pois, ao unir o presente ao passado, é possível revigorar narrativas tão significativas e, ao mesmo tempo, gerar novas histórias intrigantes e originais.

Isabela Duarte Britto Lopes
Doutoranda em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (UFF)