A Semântica dos Sufixos Denominais

Ref: 978-65-5820-695-8

A obra A semântica dos sufixos denominais visa a preencher uma lacuna verificada nas abordagens morfossemânticas, mesmo naquelas de caráter semântico-cêntrico. Nos estudos de morfologia, costuma-se descrever o significado de uma construção morfológica por meio de uma paráfrase que seja o mais abrangente possível, isto é, que abarque todas as formas derivadas de uma mesma construção.


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ISBN: 978-65-5820-695-8


ISBN Digital: 978-65-5820-699-6


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 16/12/2020


Número de páginas: 263


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. João Carlos Tavares.

A obra A semântica dos sufixos denominais visa a preencher uma lacuna verificada nas abordagens morfossemânticas, mesmo naquelas de caráter semântico-cêntrico. Nos estudos de morfologia, costuma-se descrever o significado de uma construção morfológica por meio de uma paráfrase que seja o mais abrangente possível, isto é, que abarque todas as formas derivadas de uma mesma construção. Paráfrases distintas, por sua vez, constituem forte indício de que, na verdade, estamos diante de construções diferentes. Assim, em se tratando das formações com sufixo -ário, por exemplo, para as paráfrases “local em que se cria/cultiva X” (“insetário”) e “profissional que trabalha em X” (“bancário”), diz-se que há dois grupos morfossemânticos: o dos locativos e o dos agentes profissionais.
Entretanto não são raros exemplos que não se encaixam muito bem na(s) paráfrase(s) prevista(s) para uma determinada construção morfológica, ao mesmo tempo que não configuram um grupo à parte, e, por isso mesmo, geram impasses descritivos. Afinal, se uma regra possui muitas exceções, deve-se questionar a validade da regra. Nesta obra, o autor apresenta uma proposta de análise morfossemântica dos denominais em português com o intuito de mostrar que generalizações mais consistentes podem ser alcançadas analisando os níveis semânticos mais esquemáticos.
Com base nos principais pressupostos da Linguística Cognitiva e adotando uma abordagem construcional da morfologia, discute-se, ao longo do livro, que esquemas de imagem ancoram a semântica dos processos de formação de denominais em português. Para isso, toma-se como estudo de caso os sufixos -eiro e -ário. Essa proposta, porém, não tem aplicação restrita a esses dois sufixos, mas também a outros denominais do português, como -ada, -agem, -al e -aria, como é brevemente discutido em suas páginas finais.