Grandes Hidrelétricas e a Sustentabilidade: (In)Sustentabilidade dos Reassentamentos Mariana e Olericultores – Porto Nacional/TO

Ref: 978-65-5820-098-7

O livro Grandes hidrelétricas e a sustentabilidade: (in)sustentabilidade dos reassentamentos Mariana E Olericultores – Porto Nacional/TO é uma grande contribuição para estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e demais pessoas da área econômica, ambiental e das ciências sociais, pois evidencia um olhar a respeito da construção de grandes empreendimentos e seus impactos.


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ISBN: 978-65-5820-098-7


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 02/02/2021


Número de páginas: 145


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Marcelo Lopes Justino.

O livro Grandes hidrelétricas e a sustentabilidade: (in)sustentabilidade dos reassentamentos Mariana E Olericultores – Porto Nacional/TO é uma grande contribuição para estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e demais pessoas da área econômica, ambiental e das ciências sociais, pois evidencia um olhar a respeito da construção de grandes empreendimentos e seus impactos. Conduz uma visão sobre os impactos sociais e econômicos causados pela construção de usinas hidrelétricas em várias regiões brasileiras, tais como o Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil.
Além do mais, o livro demonstra o desenrolar da construção da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães e os compromissos da empreendedora em relação aos reassentados, o desenrolar do processo, antes, durante e depois da construção da hidrelétrica, no intuito de demonstrar a (in)sustentabilidade dos impactados.
A obra faz também uma análise sobre a (in)sustentabilidade socioeconômica dos reassentamentos Mariana e Olericultores no município de Porto Nacional/TO, criados em decorrência da construção da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães, situada na região central do estado do Tocantins. A análise foi construída nas seis dimensões de sustentabilidade de Sachs (2000), sendo elas: social, econômica, ecológica, espacial, cultural e política.
Ademais, traz a visão dos reassentados sobre a construção e a pós-construção da hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães, e demonstra que as definições de sustentabilidade previstas na documentação oficial são limitadas. Indica que muitas ações mitigadas previstas nos planos de desenvolvimento não foram concretizadas, impossibilitando, dessa forma, avanços socioeconômicos para a população reassentada.