Sentidos de Cidadania na Argumentação de Alunos Bolivianos na Fronteira Brasil/Bolívia

Ref: 978-65-5523-117-5

Esta obra resulta de uma pesquisa desenvolvida durante o doutoramento em Linguística, na Unicamp/SP, em convênio com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e a Capes, e reflete uma inserção investigativa de cunho linguístico-histórico-social, na área fronteiriça entre Cáceres (Brasil) e San Mathias (Bolívia), particularmente nas unidades escolares brasileiras, enquanto laboratório de língua brasileira e boliviana, para mostrar como o ensino da língua portuguesa em contato com a língua espanhola interfere no exercício da cidadania do aluno boliviano e reflete nos textos que produz.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 59,00 R$ 41,30 30% off
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 59,00 R$ 26,00 56% off

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-5523-117-5


ISBN Digital: 978-65-5523-108-3


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 17/02/2021


Número de páginas: 193


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Marilda Fátima Dias.

Esta obra resulta de uma pesquisa desenvolvida durante o doutoramento em Linguística, na Unicamp/SP, em convênio com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e a Capes, e reflete uma inserção investigativa de cunho linguístico-histórico-social, na área fronteiriça entre Cáceres (Brasil) e San Mathias (Bolívia), particularmente nas unidades escolares brasileiras, enquanto laboratório de língua brasileira e boliviana, para mostrar como o ensino da língua portuguesa em contato com a língua espanhola interfere no exercício da cidadania do aluno boliviano e reflete nos textos que produz.
A pesquisa teve início nas regiões fronteiriças Brasil/Bolívia, com um mergulho nas profundezas das fronteiras não só físicas, como também sócio-histórico-culturais, desvendando o modo como os povos estabelecidos nas linhas fronteiriças se interligam linguística, cultural e economicamente.
Na região fronteiriça entre Mato Grosso e San Matias, lócus da pesquisa, muitas etnias indígenas, comumente chamadas de povo chiquitano, vivem um paradoxo linguístico: empregar a língua portuguesa do Brasil na escola e a língua espanhola no convívio do lar (entre outras línguas, principalmente o aimará, o quéchua e o tupi-guarani), cujos traços morfossintáticos e semânticos são evidenciados na escrita dos alunos dessa região.
Tratando de questões complexas, a autora, ao analisar os argumentos dos alunos bolivianos, pró e contra, em relação às condições vivenciadas na fronteira Cáceres (Brasil) e San Mathias (Bolívia), observa que esses alunos têm o país vizinho como imaginário de um lugar ideal para a realização de seus sonhos, sem descartar, no entanto, o retorno à Bolívia, país pelo qual são reconhecidos pela nacionalidade e, por que não dizer, pelos vestígios das origens, da língua-mãe, da história e da cultura, ainda presentes no dia a dia.