Jongo e Memória Pós-Colonial uma Luta Quilombola

Ref: 978-65-5523-917-1

O livro Jongo e Memoria Pós-Colonial: uma luta quilombola desvenda alguns aspectos da atmosfera ético-política da memória cultural e pós-colonial do jongo na comunidade quilombola Machadinha (RJ), trazendo ao leitor questões sobre identidade cultural, colonialidade e processos de resistência do povo negro nos dias de hoje. A obra revela novas formas de colonialidade do poder e a continuidade do imaginário colonial na contemporaneidade, assim como as possibilidades de resistência dessas comunidades negras por meio da articulação comunitária em torno da arte e da cultura.


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ISBN: 978-65-5523-917-1


ISBN Digital: 978-65-5523-922-5


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 03/02/2021


Número de páginas: 245


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 21 cm


Comprimento: 27 cm


Altura: 2 cm


1. Heliana Castro Alves .

O livro Jongo e Memoria Pós-Colonial: uma luta quilombola desvenda alguns aspectos da atmosfera ético-política da memória cultural e pós-colonial do jongo na comunidade quilombola Machadinha (RJ), trazendo ao leitor questões sobre identidade cultural, colonialidade e processos de resistência do povo negro nos dias de hoje. A obra revela novas formas de colonialidade do poder e a continuidade do imaginário colonial na contemporaneidade, assim como as possibilidades de resistência dessas comunidades negras por meio da articulação comunitária em torno da arte e da cultura. Dançado desde o tempo da escravidão, o jongo foi ressignificado ao longo do tempo, expressando as relações de poder entre a comunidade quilombola e o poder público no processo de adaptação da dança para a atividade do turismo. Com fotos artísticas da fotógrafa Elena Valdivia Diaz e impactantes relatos dos quilombolas, a autora mostra com sensibilidade a rica vida comunitária, as memórias, as lutas e as histórias dos seus moradores. Importante para leitores que se alinham ao tema dos direitos humanos, este é um livro que deve ser lido por aqueles que buscam compreender as consequências da escravidão para o quadro da desigualdade no país e que admitem o poder da arte e da cultura no processo de transformação social.