Menino Não Dança e Menina Não Luta: Reflexões sobre a Participação nas Atividades da Educação Física Escolar

Ref: 978-65-5820-884-6

Menino não dança e menina não luta: reflexões sobre a participação nas atividades da educação física escolar é fruto de uma pesquisa que teve como propósito realizar um diagnóstico das práticas corporais desenvolvidas dentro e fora das aulas de Educação Física e que influenciam na constituição da identidade de gênero, com vistas a identificar como as relações de gênero podem contribuir para a participação ou não nas aulas de Educação Física e, a partir disso, propor uma prática de ensino não sexista e que propicie o trabalho com os conteúdos, estimulando a participação.


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ISBN: 978-65-5820-884-6


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 18/02/2021


Número de páginas: 111


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Paulo Severino da Silva.

Menino não dança e menina não luta: reflexões sobre a participação nas atividades da educação física escolar é fruto de uma pesquisa que teve como propósito realizar um diagnóstico das práticas corporais desenvolvidas dentro e fora das aulas de Educação Física e que influenciam na constituição da identidade de gênero, com vistas a identificar como as relações de gênero podem contribuir para a participação ou não nas aulas de Educação Física e, a partir disso, propor uma prática de ensino não sexista e que propicie o trabalho com os conteúdos, estimulando a participação. Como resultado da pesquisa com os alunos, observa-se que as capacidades e habilidades físicas são utilizadas como justificativas para determinar as diferenças entre os gêneros e que, por sua vez, influenciam na forma de participação dos discentes. Embora haja a inclusão e aceitação dos alunos e alunas nas aulas, percebe-se também que existe a presença de estereótipos que delimitam o espaço de gênero dentro das atividades físicas. Contudo, foi possível chegar a uma prática de ensino não sexista, que aconteceu por meio de um processo reflexivo, culminando em ações que pudessem ajudar a repensar a prática corporal. A necessidade de mudanças na prática de ensino está apoiada na importância de romper com as antigas práticas, que foram pensadas para formar cidadãos de outrora, em que os preceitos e valores sociais visavam o ensino separatista, com formações específicas para cada sexo. É possível perceber que, mesmo que os conceitos e abordagens nas aulas possam passar por evolução, a mudança demora um tempo para acontecer. Em alguns casos, essas mudanças podem perpassar até mesmo algumas décadas. Com isso, ao realizar a reflexão a partir da própria prática, tanto professor como os alunos e alunas puderam entender como as relações de gênero podem influenciar na participação nas aulas de Educação Física. A leitura desta obra é necessária para os que se propõe a um ensino inclusivo e não sexista, contribuindo na desconstrução de estereótipos.