Por um Manifesto pela Vida: Histórias Posit(HIV)as de Gays, Mulheres Trans e Travestis

Ref: 978-65-5820-648-4

O livro Por um manifesto pela vida: histórias posit(HIV)as de gays, mulheres trans e travestis lança um novo olhar e provocações aos estigmas, metáforas e respostas direcionadas ao HIV, inaugurando uma tríplice abordagem no campo da aids: interseccionalidade, necropolítica e decolonização.


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ISBN: 978-65-5820-648-4


ISBN Digital: 978-65-5820-623-1


Edição:


Ano da edição: 2020


Data de publicação: 17/03/2021


Número de páginas: 213


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Felipe Cazeiro.

O livro Por um manifesto pela vida: histórias posit(HIV)as de gays, mulheres trans e travestis lança um novo olhar e provocações aos estigmas, metáforas e respostas direcionadas ao HIV, inaugurando uma tríplice abordagem no campo da aids: interseccionalidade, necropolítica e decolonização. A partir de uma pesquisa qualitativa construcionista social em diálogo com a hermenêutica biográfica, o autor busca compreender as produções de sentido sobre HIV/aids nas histórias de vida de jovens gays, mulheres trans e travestis. Por sua linguagem dinâmica e seu conteúdo marcante, desafiador e recheado de tabus, essa obra é uma excelente fonte para a vida e para a história social da doença. Ela é valiosa não apenas para distinguir, no ato de contar dos participantes, o que seria da ordem do coletivo e o que seria da ordem do individual, mas atua também expondo os meios de apreender e compreender os espaços-tempos singulares que cada pessoa configura a partir da conjugação de sua experiência soropositiva (e da historicidade de sua experiência), dos mundos de vida e dos mundos de pensar e agir comuns de que participa, e isso por meio de uma mirada social, histórica e politicamente localizada. Durante toda esta obra-manifesto, são delineadas algumas reivindicações e confrontos com os regimes de verdade (re)produzidos no HIV – não numa tentativa de estabelecer outros regimes, mas no intuito de adicionar forças e projetos de resistência para outras inteligibilidades e realidades, posto que a construção de melhores respostas à doença é uma tarefa infindável, urgente e necessária. Certamente ainda há muito que avançar!