O Impacto Social da Transposição do Rio São Francisco

Ref: 978-65-250-0030-5

“A Transposição do Rio São Francisco era o sonho do nordestino e agora é uma realidade”, relata uma agente de saúde de Caturité, município localizado no Cariri Paraibano – a primeira região a receber as águas do rio São Francisco.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 59,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 26,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-250-0030-5


ISBN Digital: 978-65-250-0026-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 20/04/2021


Número de páginas: 187


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Flavio Lopes Ribeiro.

“A Transposição do Rio São Francisco era o sonho do nordestino e agora é uma realidade”, relata uma agente de saúde de Caturité, município localizado no Cariri Paraibano – a primeira região a receber as águas do rio São Francisco. No entanto, megaprojetos trazem consigo megarriscos e, além dos efeitos positivos já previstos, muitos foram os impactos negativos inesperados na população local. O livro O impacto social da Transposição do Rio São Francisco relata, sob a ótica das relações humanas, as principais mudanças sociais, econômicas, políticas e ambientais associadas à Transposição. De forma clara e objetiva, o leitor poderá compreender as potencialidades, fragilidades e riscos desse tipo de solução para minimizar os efeitos da seca, assim como a complexidade histórica que envolve o acesso à água no semiárido brasileiro. Ao final do livro, você terá informações suficientes para avaliar a Transposição do Rio São Francisco de diferentes ângulos e chegar às suas próprias conclusões. Será que essa foi a melhor opção para a superação dos problemas locais ou apenas mais um problema criado para a já castigada, mas extremamente resiliente, população do sertão nordestino?