Os Lugares dos Negros na Imagética de Militão: Distinções Semióticas

Ref: 978-65-5820-419-0

O livro Os lugares dos negros na imagética de Militão: distinções semióticas problematiza a imagem do ser negro nas fotografias do intérprete Militão Augusto de Azevedo, geradas entre 1865 e 1885, questionando o lugar social desses sujeitos interpretados em sua produção imagética e na sociedade. Toma-se como interpretante a temática marginal do sistema escravista no Brasil, em diálogo com as teorias semióticas de Umberto Eco em seu Tratado Geral de Semiótica (1980).


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ISBN: 978-65-5820-419-0


ISBN Digital: 978-65-5820-427-5


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 14/05/2021


Número de páginas: 393


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Golda Meir Gonçalves da Silva.

O livro Os lugares dos negros na imagética de Militão: distinções semióticas problematiza a imagem do ser negro nas fotografias do intérprete Militão Augusto de Azevedo, geradas entre 1865 e 1885, questionando o lugar social desses sujeitos interpretados em sua produção imagética e na sociedade. Toma-se como interpretante a temática marginal do sistema escravista no Brasil, em diálogo com as teorias semióticas de Umberto Eco em seu Tratado Geral de Semiótica (1980). Uma análise busca compreender como imagens fotográficas que registraram a presença e ausência dos negros nas várias dimensões socioculturais, no contexto de modernização técnica e tecnológica da produção imagética fotográfica. Mas, também, no contexto de mudanças nos padrões de comportamento da sociedade, influenciados pela legislação imperial, políticas e práticas cotidianas de diferentes modos e perspectivas e manifestadas no exercício das condições impostas, a africanos e descendentes escravizados, libertos e livres, pelo sistema escravista brasileiro no período recortado. Discute-se, na produção imagética do fotógrafo os temas, as formas e a composição fotográfica, além de sua estrutura estética e política em que se escolher como imagens do ser negro no Brasil voluntária e involuntariamente. Refletindo sobre os lugares sociais, o universo do trabalho e as identidades e identificações fluidas dos seres responsáveis ??e representados nessas imagens. Parte-se dos estudos da cultura visual para se pensar como imagens fotográficas como uma possibilidade de leitura do mundo visível e não visível, dos seus processos e dos seus problemas. Dessa forma,