Música Pop-Periférica Brasileira: Videoclipes, Performances e Tretas na Cultura Digital

Ref: 978-65-250-0152-4

Música Pop-Periférica Brasileira é um livro que discute as transformações da música brasileira no ambiente das plataformas digitais com foco nos videoclipes. Partindo das constatações de que a cultura musical tornou-se fortemente audiovisual; e que artistas com pouco acesso às mídias tradicionais têm encontrado nas plataformas oportunidades para a circulação de sua produção, utilizando a seu favor as lógicas descentralizadas da cultura digital, a obra discute o ecossistema musical digital, privilegiando os gêneros musicais pop-periféricos, tais como o funk, cujos videoclipes ocupam o topo das listas de vídeos mais vistos no Brasil na última década.  


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ISBN: 978-65-250-0152-4


ISBN Digital: 978-65-250-0166-1


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 24/06/2021


Número de páginas: 171


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Simone Pereira de Sá.

Música Pop-Periférica Brasileira é um livro que discute as transformações da música brasileira no ambiente das plataformas digitais com foco nos videoclipes. Partindo das constatações de que a cultura musical tornou-se fortemente audiovisual; e que artistas com pouco acesso às mídias tradicionais têm encontrado nas plataformas oportunidades para a circulação de sua produção, utilizando a seu favor as lógicas descentralizadas da cultura digital, a obra discute o ecossistema musical digital, privilegiando os gêneros musicais pop-periféricos, tais como o funk, cujos videoclipes ocupam o topo das listas de vídeos mais vistos no Brasil na última década. Seu argumento principal é o de que as plataformas digitais e o videoclipe nativo desse ambiente – chamado pela autora de videoclipe pós-MTV – aproximam esses gêneros que antes circulavam em espaços autônomos e que agora se influenciam mutuamente. Ao mesmo tempo, a autora também constrói uma proposta metodológica para análise dos videoclipes, defendendo que eles não devem ser apreendidos como unidades isoladas. Ao contrário, eles articulam-se a diferentes redes sociotécnicas que vão redefinindo suas narrativas e sentidos. De maneira mais ampla, a obra desafia o leitor com indagações sobre o que essas sonoridades, performances e corpos encenados por meio dos videoclipes revelam como formas de habitar o mundo da cultura pop. Leitura indispensável para os pesquisadores, fãs e haters de cultura pop, a obra lança um olhar original sobre temas candentes da atualidade, contribuindo para a compreensão do efervescente ambiente das plataformas digitais a partir da perspectiva dos estudos de comunicação de matriz brasileira.