Praticaspolíticas de Violências Tecidas nos Cotidianos de Escola e Sobre os Efeitos e Sentidos de Escolas Compartilhados entre os Praticantes

Ref: 978-65-250-0573-7

Praticaspolíticas de violências tecidas nos cotidianos de escola e sobre os efeitos e sentidos de escolas compartilhados entre os praticantes resulta da pesquisa de mestrado em Segurança Pública, na linha Cidadania, Justiça e Direitos Humanos, do PPGSEG/UVV, intitulada “Práticas de violências tecidas nos cotidianos de escolas: efeitos e sentidos compartilhados entre os praticantes”, defendida em 2018.


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ISBN: 978-65-250-0573-7


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 08/06/2021


Número de páginas: 113


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Lucas Figueiredo.

2. Maria Regina Lopes Gomes.

Praticaspolíticas de violências tecidas nos cotidianos de escola e sobre os efeitos e sentidos de escolas compartilhados entre os praticantes resulta da pesquisa de mestrado em Segurança Pública, na linha Cidadania, Justiça e Direitos Humanos, do PPGSEG/UVV, intitulada “Práticas de violências tecidas nos cotidianos de escolas: efeitos e sentidos compartilhados entre os praticantes”, defendida em 2018. Trata-se de uma conversa entre Segurança Pública e Educação que problematiza algumas praticaspolíticas de violências tecidas em redes nos cotidianos de uma escola municipal de ensino fundamental do município de Vila Velha/ES. Diante de tantas violências vividas, pensar essas praticaspolíticas produzidas nas escolas tem se tornado fundamental, uma vez que, em meio a esses processos e contextos de produção de violências, a escola se enreda. Em nossa opinião, apesar dessas mazelas sociais que afetam os estudantes e educadores, produzindo insegurança, medo, indignação, perplexidade, desesperanças, entre tantos outros sentimentos que despotencializam uma vida, a escola continua sendo um espaçotempo de acolhimento dos vários praticantes que habitam nesses cotidianos. Apostando na escola como potencializadora de uma vida mais solidária e amorosa, durante a pesquisa realizamos uma escuta atenta com diferentes crianças, adolescentes e educadores, procurando ouvir desejos, gritos, expectativas e sonhos muitas vezes negados por praticaspolíticas pautadas em disciplinamentos e sanções que desconsideraram os processos de diferenciação vividos. Nesse sentido, essas praticaspolíticas de controle tecidas acabam fortalecendo os processos de exclusão e parecendo esquecer-se da força das aprendizagens afetivas como potencializadoras de uma vida bonita tecida com esses praticantes cotidianos. O que querem nos dizer as crianças e os educadores quando manifestam atitudes “violentas”?