Relação Professor-Aluno e (In)Disciplina: Uma Leitura Histórico-Cultural

Ref: 978-65-250-0607-9

A obra Relação professor-aluno e (in)disciplina: uma leitura histórico-cultural procura elencar alguns fatores que compõem a relação professor(a) e aluno(a) na escola, fazendo uma reflexão sobre os modos como essas relações interferem no comportamento dos estudantes, ao ponto de serem considerados disciplinados ou indisciplinados.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 55,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-65-250-0607-9


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 28/05/2021


Número de páginas: 195


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Núbia Silvia Guimarães.

A obra Relação professor-aluno e (in)disciplina: uma leitura histórico-cultural procura elencar alguns fatores que compõem a relação professor(a) e aluno(a) na escola, fazendo uma reflexão sobre os modos como essas relações interferem no comportamento dos estudantes, ao ponto de serem considerados disciplinados ou indisciplinados. A partir do acompanhamento de uma turma de 1º ano de ensino fundamental, apresenta os modos de como as regras disciplinares são vividas pela professora e pelas crianças e vai discutindo como tais questões vão contribuindo para a criação de estratégias e táticas nas relações ali estabelecidas e vão também constituindo os sujeitos – adultos e crianças – por meio do modo de estar na escola. A obra não desconsidera os fatores de ordem pessoal e familiar que integram a discussão sobre o comportamento das crianças, entretanto, lança um olhar mais aprofundado acerca das relações institucionais que contribuem para que essa discussão seja tão importante e necessária nos tempos atuais. Compreender as crianças e seu comportamento hoje implica lançar também um olhar sobre a instituição escolar que as recebe. A obra faz um resgate de estudos elaborados sobre a questão da (in)disciplina na escola a fim de evidenciar como tal questão vem sendo discutida e salienta a importância desse tema nos debates educacionais da atualidade, tece o esboço de uma leitura histórica por meio de algumas considerações sobre o processo histórico de institucionalização da escola e do aprender e busca mostrar que a contrapartida dos sujeitos da escola, ou seja, as “artes de fazer” ou a “antidisciplina”, responde à organização de uma escola e de uma disciplina institucionalizadas ao longo da história. Destaca que compreender a disciplina ou a indisciplina na escola e na sala de aula é um desafio que deve ser enfrentado no próprio cotidiano escolar, principalmente prestando atenção nas relações estabelecidas entre professores e alunos e no modo pelo qual tais relações constituem sujeitos.