Portugal e o Oriente - Antero de Quental - Camilo Castelo Branco - Eça de Queirós - Pinheiro Chagas

Ref: 978-65-250-0639-0

A partir da chegada de Vasco da Gama às Índias, em 1498, e o estabelecimento de uma rota marítima até o Oriente, essa região se tornou intimamente ligada à História de Portugal e à memória coletiva de seu povo. No século XIX, o Oriente se torna um tema em voga nas letras e nas artes de toda a Europa, mas em Portugal, devido às suas singularidades políticas nesse século, ganha contornos únicos, especialmente na segunda metade da centúria. Esta obra investiga as várias formas como o Oriente (mais especificamente, o Extremo Oriente) foi representado em textos de quatro significativos nomes do século XIX português: Antero de Quental (1842-1891), Camilo Castelo Branco (1825-1890), Eça de Queirós (1845-1900) e Manuel Pinheiro Chagas (1842-1894).


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ISBN: 978-65-250-0639-0


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 09/06/2021


Número de páginas: 351


Encadernação: Brochura


Peso: 500 gramas


Largura: 21 cm


Comprimento: 27 cm


Altura: 2 cm


1. José Carvalho Vanzelli .

A partir da chegada de Vasco da Gama às Índias, em 1498, e o estabelecimento de uma rota marítima até o Oriente, essa região se tornou intimamente ligada à História de Portugal e à memória coletiva de seu povo. No século XIX, o Oriente se torna um tema em voga nas letras e nas artes de toda a Europa, mas em Portugal, devido às suas singularidades políticas nesse século, ganha contornos únicos, especialmente na segunda metade da centúria. Esta obra investiga as várias formas como o Oriente (mais especificamente, o Extremo Oriente) foi representado em textos de quatro significativos nomes do século XIX português: Antero de Quental (1842-1891), Camilo Castelo Branco (1825-1890), Eça de Queirós (1845-1900) e Manuel Pinheiro Chagas (1842-1894). O estudo não se restringe às ficções e poemas dos nomes escolhidos, mas se debruça também sobre textos de outros gêneros, como crônicas jornalísticas, textos historiográficos ou correspondências pessoais. Por meio de um recorte amplo, que abarca escritos de diversos momentos de suas carreiras intelectuais, este livro busca apresentar aproximações e afastamentos; mudanças e permanências nas imagens orientais dessas figuras que gozavam de grande popularidade entre o público leitor de Portugal (e do Brasil) e, portanto, formavam opiniões. Por meio de análises – a um tempo autônomas e complementares – de como Índia, China, Japão, Tailândia e outras nações asiáticas, seus povos e suas culturas foram representadas por esses significativos nomes da intelectualidade portuguesa oitocentista, os capítulos que compõem a obra se fazem de interesse tanto àqueles leitores (iniciados e iniciantes) atraídos pelo tema do Orientalismo (e correlatos) quanto àqueles cuja curiosidade recai apenas em um dos escritores aqui estudados.