A Geografia na Cultura Medieval: Transformações do Pensamento Científico na Baixa Idade Média

Ref: 978-65-250-0150-0

Contrariando a ideia popular sobre a qual a Idade Média não passou de um longo período de trevas, o livro A Geografia na Cultura Medieval: transformações do pensamento científico na Baixa Idade Média reúne elementos que discutem o papel da natureza na relação de entendimento do espaço e também da produção cartográfica como uma das maiores expressões, tanto da relação da técnica com a teoria na resolução de problemas da sociedade medieval quanto de uma expressão que sintetiza a cristalização de ideologias ao mesmo tempo que expressa as transformações no pensamento medieval.


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ISBN: 978-65-250-0150-0


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 20/07/2021


Número de páginas: 193


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Vonei Ricardo Cene.

Contrariando a ideia popular sobre a qual a Idade Média não passou de um longo período de trevas, o livro A Geografia na Cultura Medieval: transformações do pensamento científico na Baixa Idade Média reúne elementos que discutem o papel da natureza na relação de entendimento do espaço e também da produção cartográfica como uma das maiores expressões, tanto da relação da técnica com a teoria na resolução de problemas da sociedade medieval quanto de uma expressão que sintetiza a cristalização de ideologias ao mesmo tempo que expressa as transformações no pensamento medieval. Traz, portanto, a importância do conhecimento desenvolvido na baixa Idade Média para a formação da Ciência Moderna e a contribuição do conhecimento geográfico para que isso se tornasse possível. Isso, pois temos na Modernidade a ideia de que uma das funções da Geografia enquanto ciência é construir uma imaginação espacial e o sentido de pertencimento do homem no sistema terra-mundo. Ao ler este livro, você poderá compartilhar da experiência em se examinar as bases estruturantes do conhecimento geográfico da Modernidade, pois uma cultura que se orgulha de sua capacidade de autoexame crítico deve ter em alta conta, na sua agenda intelectual, o estudo sistemático dos processos de mudança e invenção de teoria na ciência. Logo, a Geografia, que tanto se pronuncia como uma ciência crítica capaz de apreender o presente, ou de o tornar inteligível, precisa estar em constante movimento nesse sentido de compreensão da ciência em sua forma de se conduzir.