Somos Cidadãos do Mundo: Imigração Haitiana e Identidade

Ref: 978-65-250-1227-8

O livro Somos cidadãos do mundo: imigração haitiana e identidade mergulha nas histórias e nos projetos de vida de três imigrantes haitianos radicados em São Paulo para compreender o processo identitário destes e suas múltiplas possibilidades de vir a ser no mundo. A autora lança um novo olhar sobre os estudos migratórios, pautando-se na Psicologia Social para propor uma perspectiva crítica que desnaturaliza o termo migrante e supera as dicotomias existentes entre as abordagens micro e macroestruturais, considerando a percepção singular do sujeito com relação às determinações históricas, políticas, econômicas, sociais e culturais envolvidas tanto no lugar de origem como de destino.


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ISBN: 978-65-250-1227-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 27/08/2021


Número de páginas: 201


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Suélen Cristina de Miranda.

O livro Somos cidadãos do mundo: imigração haitiana e identidade mergulha nas histórias e nos projetos de vida de três imigrantes haitianos radicados em São Paulo para compreender o processo identitário destes e suas múltiplas possibilidades de vir a ser no mundo. A autora lança um novo olhar sobre os estudos migratórios, pautando-se na Psicologia Social para propor uma perspectiva crítica que desnaturaliza o termo migrante e supera as dicotomias existentes entre as abordagens micro e macroestruturais, considerando a percepção singular do sujeito com relação às determinações históricas, políticas, econômicas, sociais e culturais envolvidas tanto no lugar de origem como de destino. Com uma abordagem inovadora e expressiva da atualidade, esta leitura destaca-se como fonte de relevantes reflexões para o desenvolvimento de políticas públicas efetivas e para a superação de estereótipos que impedem uma inserção cidadã dos imigrantes – processos fundamentais para a construção de uma sociedade mais igualitária, baseada no consenso e no respeito pela alteridade. A presente obra revela o tornar-se humano em constante movimento e metamorfose, desvelando a ruptura com a reposição irreflexiva da vida cotidiana e a vivência de novas possibilidades identitárias, construídas com mais autonomia e sentido emancipatório. A recriação identitária com base na tradição e sua tradução às novas ligações e relações produzem “identidades híbridas”, fomentando práticas transformadoras e liberando das amarras de pertencer a um ou a outro lugar, pela compreensão coletiva dos sujeitos enquanto “cidadãos do mundo”.