Cultura Lúdica e Tecnologias Digitais: As Experiências das Crianças de 3 a 5 Anos

Ref: 978-65-250-0932-2

A autora de Cultura lúdica e tecnologias digitais: as experiências das crianças de 3 a 5 anos traz à tona, a partir da observação e escuta das crianças, como as teias das culturas infantis acontecem dentro e fora do espaço da educação infantil com uso das tecnologias digitais, transformando a cultura lúdica e o modus operandi de construção do conhecimento. A forma de comunicação na interatividade virtual agrega-se a outras formas de brincar das crianças pequenas, como o brincar livre, propiciado pelos jogos simbólicos e/ou brincadeiras tradicionais na rotina, ritos e jogos de linguagem do cotidiano das crianças.


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ISBN: 978-65-250-0932-2


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 27/08/2021


Número de páginas: 209


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Ana Lúcia Soares da Conceição Araújo.

A autora de Cultura lúdica e tecnologias digitais: as experiências das crianças de 3 a 5 anos traz à tona, a partir da observação e escuta das crianças, como as teias das culturas infantis acontecem dentro e fora do espaço da educação infantil com uso das tecnologias digitais, transformando a cultura lúdica e o modus operandi de construção do conhecimento. A forma de comunicação na interatividade virtual agrega-se a outras formas de brincar das crianças pequenas, como o brincar livre, propiciado pelos jogos simbólicos e/ou brincadeiras tradicionais na rotina, ritos e jogos de linguagem do cotidiano das crianças.
O tempo e o espaço para as crianças são invisíveis no que se refere ao entretenimento, ao prazer e às habilidades proporcionados com o uso das tecnologias. Como se dá a produção da cultura lúdica infantil das crianças de 3 a 5 anos com uso das tecnologias digitais? Os aportes da Sociologia da Infância sobre as concepções de crianças, infâncias e cultura infantil e estudos culturais – os quais abordam os perfis dos usuários das tecnologias digitais, assim como o ambiente educacional-familiar, em que as crianças agem, ativamente, como espaços de socialização – ajudaram na tessitura para responder a essa indagação.
Como as crianças constituem-se como sujeitos também nas relações estabelecidas com os adultos, as concepções dos usos das tecnologias pelas crianças diferenciam-se das de pais e educadores. Ninguém melhor que elas poderia revelar como as tecnologias digitais, como smartphones, tablets e computadores, enquanto objetos culturais nas suas brincadeiras ou nos rituais culturais, constroem as teias das culturas infantis, assim como outras atividades lúdicas com o corpo ou jogos simbólicos nas suas relações interindividuais.