Estética Afirmativa: Corpo Negro e Educação Física

Ref: 978-65-250-1603-0

O livro Estética afirmativa: corpo negro e Educação Física é o resultado de uma investigação feita com um grupo de estudantes da escola pública, cujo foco se dá na relação do ensino da Educação Física e a corporeidade negra. Procurei, na história da Educação Física, identificar como se deram os processos disciplinares sobre esse corpo. Inicialmente, devido à ausência de fontes que tratassem dessa temática no campo da Educação Física, percebi a necessidade de tratar vários aspectos que envolvem o corpo negro na escola. Portanto, enveredei por caminhos que me levaram a análise não apenas a identificação corporal dos adolescentes com a disciplina Educação Física, como também a trajetória das populações negras no século XIX e todas as marcas que a escravidão perpetuou esses corpos.


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ISBN: 978-65-250-1603-0


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 07/10/2021


Número de páginas: 139


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Ivanilde [Ivy] Guedes de Mattos.

O livro Estética afirmativa: corpo negro e Educação Física é o resultado de uma investigação feita com um grupo de estudantes da escola pública, cujo foco se dá na relação do ensino da Educação Física e a corporeidade negra. Procurei, na história da Educação Física, identificar como se deram os processos disciplinares sobre esse corpo. Inicialmente, devido à ausência de fontes que tratassem dessa temática no campo da Educação Física, percebi a necessidade de tratar vários aspectos que envolvem o corpo negro na escola. Portanto, enveredei por caminhos que me levaram a análise não apenas a identificação corporal dos adolescentes com a disciplina Educação Física, como também a trajetória das populações negras no século XIX e todas as marcas que a escravidão perpetuou esses corpos. Foi nesse contexto que surgiram as ideologias que vigiaram e puniram com mais rigor os corpos negros. Assim, as práticas de novos hábitos de saúde e a busca por um modelo de sociedade perfeita levaram o Estado à aplicação de normas de regularização dos espaços e das famílias, conduzindo a sociedade para o afastamento de tudo que fosse branco e belo. Os desdobramentos sociais, culturais e econômicos desse período refletem na diáspora por meio de marcas que atravessam os corpos negros como o “estereótipo” e o “estigma”. E foi abordando estereótipos e o estigma criados sobre as famílias negras que decidi meus estudos, ou seja, nessas marcas sobre as quais recaem, como sentenças sociais, os jovens adolescentes negros. Permiti conhecê-los nas suas subjetividades e realidades distintas, contrariando inclusivo muitas hipóteses pré-escolha socialmente. Trata-se, então, de uma discussão inovadora e, como tudo que é novo, está corrigida ao aperfeiçoamento e às críticas. Diante disso, esse tema gerou a necessidade de aprofundar questões muito caras acerca de outro olhar para a estética afirmativa dessa juventude negra que se reinventa, ousando desafios estéticos em constante diálogo com novas tecnologias, promovendo o que se pode denominar de geração tombamento. Uma revolução está em curso e a estética é uma das ferramentas de luta para o empoderamento da juventude negra. esse tema gerou a necessidade de aprofundar questões muito caras acerca de outro olhar para a estética afirmativa dessa juventude negra que se reinventa, ousando desafios estéticos em constante diálogo com as novas tecnologias, promovendo o que se pode denominar de geração tombamento. Uma revolução está em curso e a estética é uma das ferramentas de luta para o empoderamento da juventude negra. esse tema gerou a necessidade de aprofundar questões muito caras acerca de outro olhar para a estética afirmativa dessa juventude negra que se reinventa, ousando desafios estéticos em constante diálogo com as novas tecnologias, promovendo o que se pode denominar de geração tombamento. Uma revolução está em curso e a estética é uma das ferramentas de luta para o empoderamento da juventude negra.