Em Defesa da Democracia: Um Contraponto à Racionalidade Técnica na Educação

Ref: 978-65-250-1636-8

O livro Em defesa da democracia: um contraponto à racionalidade técnica na educação, desenvolvido numa perspectiva crítico-hermenêutica, traz reflexões sobre os aspectos educacionais formativos mais amplos do ser humano para a vida republicana e democrática e o papel das áreas de conhecimento compreendidas como humanidades nesse processo. A proposição, a partir da interpretação do corpus teórico estudado, aponta para a necessidade de assegurar lugar de abertura à reflexão e à crítica no processo formativo escolar.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 49,00
ADICIONAR 
AO carrinho

Versão digital
R$ 17,00

Nossos eBooks estão no formato ePub, o mais aceito nos variados aparelhos nos quais se podem ler livros digitais: eReaders, Smartphones, iPads, iPhones e PCs (este último por meio do Adobe Digital Editions). Os livros podem ser comprados via download nas seguintes livrarias online:

- Amazon (formato Mobi disponível para Kindle)

- Google Play Livros

- Apple Books

- Cultura/Kobo

ISBN: 978-65-250-1636-8


ISBN Digital: 978-65-250-1636-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 13/10/2021


Número de páginas: 133


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Adriana Toso Kemp.

O livro Em defesa da democracia: um contraponto à racionalidade técnica na educação, desenvolvido numa perspectiva crítico-hermenêutica, traz reflexões sobre os aspectos educacionais formativos mais amplos do ser humano para a vida republicana e democrática e o papel das áreas de conhecimento compreendidas como humanidades nesse processo. A proposição, a partir da interpretação do corpus teórico estudado, aponta para a necessidade de assegurar lugar de abertura à reflexão e à crítica no processo formativo escolar. Nesse sentido, é imprescindível assegurar espaço-tempo para as humanidades no currículo escolar, mas também encarar o desafio de reconsiderar, reexaminar e reformular a relevância e os fundamentos da própria concepção de humanismo capaz de inspirar as áreas de conhecimento a se reconhecerem como produções humanas situadas no tempo e no espaço, passíveis, portanto, de questionamentos, de revisão e de renovação, e não como verdades absolutas a serem transmitidas e consumidas. A presença por si só dessas disciplinas no currículo não assegura sua efetividade na dinâmica formativa dos sujeitos. É indispensável o amplo e profundo debate quanto ao possível papel dessas disciplinas no processo formativo das novas gerações. A retirada das humanidades do currículo escolar desdobra-se num movimento mais abrangente de alijamento da formação humana para um mundo humano. Mas esse alijamento também pode acontecer a partir do modo como se concebem e são trabalhados na prática escolar os conhecimentos das disciplinas humanísticas. Uma saída possível pode ser buscada com o reconhecimento do trabalho docente como tarefa do pensamento, como busca dos fundamentos de cada área de conhecimento, para além do saber-fazer. Aponta-se como alternativa a recuperação da dimensão narrativa da educação, em todas as áreas, como um modo de “desesclerosar” o conhecimento e recuperar o protagonismo dos sujeitos em sua produção. As humanidades, abordadas criticamente, carregam o potencial de proporcionar aos sujeitos do processo educativo os elementos necessários para a produção de subjetividades capazes de pensamento crítico e de empatia, virtudes indispensáveis para a convivência humana democrática, condição de possibilidade de se produzir mundo comum.