Gênero, Intersubjetividade e Performatividade

Ref: 978-65-250-1449-4

O objetivo do livro Gênero, intersubjetividade e performatividade é um convite a uma reflexão sobre a constituição identitária de gênero e a ideologia de gênero. Diferentemente das abordagens tradicionais, os autores desta obra, de certa forma, são provocativos, pois convidam os leitores a pensarem a temática fora do paradigma da subjetividade. Assim, o empreendimento é, no primeiro momento, um desafio, pois são abordagens novas que suscitam debates dos temas aqui apresentados. O paradigma da intersubjetividade está ancorado na razão comunicativa, que pressupõe a linguagem como elemento constitutivo de um discurso que procura reconstruir pretensões quebradas.


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ISBN: 978-65-250-1449-4


ISBN Digital: 978-65-250-1447-0


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 20/10/2021


Número de páginas: 113


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Terezinha Richartz.

2. Zionel Santana.

O objetivo do livro Gênero, intersubjetividade e performatividade é um convite a uma reflexão sobre a constituição identitária de gênero e a ideologia de gênero. Diferentemente das abordagens tradicionais, os autores desta obra, de certa forma, são provocativos, pois convidam os leitores a pensarem a temática fora do paradigma da subjetividade. Assim, o empreendimento é, no primeiro momento, um desafio, pois são abordagens novas que suscitam debates dos temas aqui apresentados. O paradigma da intersubjetividade está ancorado na razão comunicativa, que pressupõe a linguagem como elemento constitutivo de um discurso que procura reconstruir pretensões quebradas.
A constituição identitária de gênero, de certa forma, é uma pretensão dos sujeitos que precisam ser reconstituídos a partir da práxis comunicativa. Os autores apontam que não é mais possível uma constituição identitária no paradigma subjetivo, desprovido de um discurso que vise à reconstituição consensual na comunidade originária. A possível saída apresentada em seu texto é a partir do paradigma intersubjetivo. Portanto, não há indivíduos puros nas relações identitárias, toda constituição identitária pressupõe que ela seja transpassada pelas experiências coletivas e mediada pela linguagem.