Burnout: A Doença que Não Existe

Ref: 978-65-250-1431-9

Em Burnout: a doença que não existe, o autor faz uma análise crítica detalhada da noção de burnout, sobretudo quanto à afirmação de que se trata de uma doença, patologia, moléstia, enfermidade ou síndrome, conforme terminologia usada pelos autores da área. Cita inúmeros argumentos que evidenciam as incoerências, incongruências, contradições e mesmo absurdos envolvendo a alegada “doença”, produzindo o que chama “estado de confusão” em que a noção de burnout está mergulhada. Seus pontos de vista coincidem com o de vários autores estrangeiros que tratam do assunto, porém aprofunda suas críticas, citando dezenas de transtornos psiquiátricos que podem ser rotulados como “burnout”.


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ISBN: 978-65-250-1431-9


ISBN Digital: 978-65-250-1419-7


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 18/10/2021


Número de páginas: 159


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Estevam Vaz de Lima.

Em Burnout: a doença que não existe, o autor faz uma análise crítica detalhada da noção de burnout, sobretudo quanto à afirmação de que se trata de uma doença, patologia, moléstia, enfermidade ou síndrome, conforme terminologia usada pelos autores da área. Cita inúmeros argumentos que evidenciam as incoerências, incongruências, contradições e mesmo absurdos envolvendo a alegada “doença”, produzindo o que chama “estado de confusão” em que a noção de burnout está mergulhada. Seus pontos de vista coincidem com o de vários autores estrangeiros que tratam do assunto, porém aprofunda suas críticas, citando dezenas de transtornos psiquiátricos que podem ser rotulados como “burnout”. Lembra que 100% das populaçõe s pesquisadas pelo principal questionário usado para esse fim, o MBI, recebem, no mínimo, o “diagnóstico” de burnout leve, ou seja, todo mundo sofre de burnout. Comenta que, curiosamente, o “burnout”, em termos de pesquisa “científica”, é a única suposta doença na história da Medicina sujeita ao pagamento de direitos autorais quando se usa o MBI. Cita Schaufeli, o principal teórico da área, que compilou 132 sintomas de burnout. Estevam identificou mais oito na literatura, o que o leva a perguntar: “Síndrome, com 140 sintomas?”. Com 140 sintomas e a ausência de diagnóstico negativo — o MBI não permite concluir que uma pessoa “não está doente de burnout” —, essa seria a mais bizarra e extraordinária doença até hoje conhecida. Considera que o “estado de confusão”< /i> envolvendo a suposta “doença” implica em desinformação para a opinião pública, em prejuízo e desserviço para a ciência médica e para os trabalhadores em geral. Trata, também, da extensão dos problemas do burnout para o Judiciário, para a mídia e para a atividade médico-pericial.

INTRODUÇÃO
Antes de mais nada... 19
Nova doença? 19
Estado de confusão 20
Finalmente... 21

CAPÍTULO 1
Então... Deu um burnout, não deu?!?! 22

CAPÍTULO 2
Como tudo começou... (Um pouco de história) 26
Freudenberger 27
O burnout de Freudenberger - o artigo de 1974 29
Burnout, doença somente para gente extraordinária 31
Multiplicidade etiológica 32

CAPÍTULO 3
O burnout de Maslach.
Nota introdutória: o controle da discussão de burnout via alegação de reserva de direitos autorais. 38
Maslach e o MBI – Maslach Burnout Inventory 42
(Um pouco de história) 42
Schaufeli 44
Como o MBI funciona 45
Exaustão emocional 46
Problemas 47
Diagnósticos psiquiátricos que podem ser identificados como burnout no MBI em EE 51
Despersonalização 53
Problemas 54
Diagnósticos psiquiátricos que podem ser identificados como burnout no MBI em DE 55
Realização Profissional 58
Diagnósticos psiquiátricos que podem ser identificados como burnout no MBI em RP 59
Cada variável do tripé faria, por si só, o “diagnóstico” de burnout 60
O MBI pode “diagnosticar” como burnout transtornos psiquiátricos sem relação com o trabalho 62
Todo mundo sofre de burnout! 63
Maslach: burnout não é uma doença. Maslach: burnout é uma
doença 65
(“Soluções” intempestivas para o problema do diagnóstico psiquiátrico de burnout) 65
Maslach: a conveniência de aderir ao burnout 68

CAPÍTULO 4
Síndrome. Com 140 sintomas?? 70

CAPÍTULO 5
Tautologia e circularidade nas pesquisas em burnout 74

CAPÍTULO 6
Questionamento do MBI pelos autores do Copenhagen Burnout Inventory 78

CAPÍTULO 7
Mais problemas... Critérios diagnósticos... 84
Qualidade metodológica e nível de cientificidade 86
Problemas Estatístico-Epidemiológicos 88
Ainda a questão da etiologia e da “miríade de definições” 89
A definição operacional de Schaufeli e Enzmann 92
Burnout & Neurastenia 94
Uso singular e distorcido de conceitos da Psicopatologia 96
Burnout e iatrogenia 99

CAPÍTULO 8
Burnout na Suécia e na Holanda 102
Passaporte falso para a Suécia 103
Burnout na Holanda – multiplicidade de diretrizes, informalidade e confusão teórica 107

CAPÍTULO 9
E o assédio moral? 112

CAPÍTULO 10
Burnout na CID 10 116
Ainda sobre a ausência de burnout nas classificações diagnósticas da OMS e DSMs 120
Notícia equivocada 121
A crítica de Schaufeli 122

CAPÍTULO 11
MBI, dinheiro, ciência, direitos autorais... 124

CAPÍTULO 12
Adaptando o burnout 126
Agora pode? 127
Depende de quem está falando... 128

CAPÍTULO 13
Voltando à prosa no avião 130

CAPÍTULO 14
Para finalizar 134

REFERÊNCIAS 136

APÊNDICE 144