Autonomia, Crianças e Práticas Curriculares: Problematizações das Práticas do Empresariamento na Educação Infantil

Ref: 978-65-250-0323-8

Este livro problematiza, no plano do saber e do poder, as práticas curriculares de educação infantil que entrecruzam os documentos nacionais publicados pelo Ministério da Educação via Secretaria de Educação Básica (MEC/SEB) nos anos 90. A obra procura situar a pedagogia e a psicologia como os saberes que integram os documentos e apresenta uma série de princípios, orientações didáticas e estratégias de ensino/aprendizagem para forjar uma formação contínua e produtiva da criança com base na cognição, para constituir um sujeito autônomo, empreendedor e ativo na aprendizagem via o dispositivo curricular na educação infantil.


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ISBN: 978-65-250-0323-8


Edição:


Ano da edição: 2021


Data de publicação: 22/11/2021


Número de páginas: 131


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Ellen Aguiar da Silva.

Este livro problematiza, no plano do saber e do poder, as práticas curriculares de educação infantil que entrecruzam os documentos nacionais publicados pelo Ministério da Educação via Secretaria de Educação Básica (MEC/SEB) nos anos 90. A obra procura situar a pedagogia e a psicologia como os saberes que integram os documentos e apresenta uma série de princípios, orientações didáticas e estratégias de ensino/aprendizagem para forjar uma formação contínua e produtiva da criança com base na cognição, para constituir um sujeito autônomo, empreendedor e ativo na aprendizagem via o dispositivo curricular na educação infantil. Ambos vão sendo organizados no sistema de expertise que assinala racionalidades específicas desenvolvidas pela economia política global, ao produzir subjetividades infantilizadas, as quais estão sempre se atualizando no corpo social. Desse modo, a autonomia aparece nos documentos como uma estratégia disciplinar na preparação da criança para o governo e controle de conduta no aprendizado, ou seja, a promoção de um indivíduo autogovernado no futuro, alinhado ao capitalismo cognitivo e à produção de práticas de si.