Paulo Freire Antes que seja Tarde

Ref: 978-65-250-0849-3

Dois mil e vinte e um, o ano do centenário de Paulo Freire, o educador do Brasil e do mundo. Freire utilizou “sua palavra” para denunciar a opressão e também para anunciar a transformação necessária à emancipação dos sujeitos oprimidos. Por sua vida e sua obra, o reconhecimento à práxis freireana eleva-se para além de comemorações pontuais e reproduções de suas falas em cartazes e notas, ainda que isso também seja uma forma de reconhecer o trabalho do grande educador. A elevação dá-se, principalmente, por meio da continuação de seu legado na relação da educação teórico-prática como “prática da liberdade”, como ação consciente e comprometida com o outro, com o meio e com o conhecimento.


Calcule o frete

Opções de entrega:

Versão impressa
R$ 67,00
ADICIONAR 
AO carrinho

ISBN: 978-65-250-0849-3


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 19/01/2022


Número de páginas: 199


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Ana Claudia Ferreira Rosa.

Dois mil e vinte e um, o ano do centenário de Paulo Freire, o educador do Brasil e do mundo. Freire utilizou “sua palavra” para denunciar a opressão e também para anunciar a transformação necessária à emancipação dos sujeitos oprimidos. Por sua vida e sua obra, o reconhecimento à práxis freireana eleva-se para além de comemorações pontuais e reproduções de suas falas em cartazes e notas, ainda que isso também seja uma forma de reconhecer o trabalho do grande educador. A elevação dá-se, principalmente, por meio da continuação de seu legado na relação da educação teórico-prática como “prática da liberdade”, como ação consciente e comprometida com o outro, com o meio e com o conhecimento. A presente obra dá-se nesse viés, com trabalhos que se inspiram na práxis freireana e que foram realizados por educadores de/em diferentes contextos contemplando o ensino, a pesquisa e a extensão. Contribuição fundamental, principalmente, em tempos em que o neoliberalismo torna-se mais voraz e que, aliado a ele, alastram-se sobre o mundo retrocessos práticos e discursivos, amplamente difundidos e ancorados em fundamentalismo religioso em desprezo à ciência, à ética e às questões sociais, fomentando o ódio, exaltando as arma sem detrimento da difusão do diálogo e da necessidade de diminuir a miséria humana. Nesses tempos que assombram até mesmo os ambientes acadêmicos e minam as instituições públicas, os trabalhos dos educadores que aqui se encontram sinalizam para a resistência, para os “inéditos viáveis”, para a transformação. Nesse sentido, são tecidas as pesquisas, as experiências e a vida de sujeitos que, reconhecendo os desafios interpostos, não se abatem e elevam a educação como instrumento e base do “fazer-se” e “fazer-nos” humanos defendendo a vida, a liberdade substantiva/material, a educação pública como direito inalienável e as condições de vida digna para todos, enfim, em defesa da emancipação humana.