O Pacto com os Subalternos – Positivismo e Política Trabalhista

Ref: 978-65-250-2264-2

A obra O Pacto com os Subalternos: positivismo e política trabalhista retoma o debate sobre o problema das classes sociais brasileiras perante a consolidação de um projeto de inserção social a fim de amenizar a lógica capitalista brasileira decorrente de uma cultura escravocrata. Nesse sentido, a abordagem está alicerçada numa leitura que aponta a ideia positivista do trabalhismo, mesmo assentada em um pacto conservador de harmonia entre as classes, como um problema acidental para as elites dominantes brasileiras. À luz de um olhar realista e por meio de recortes históricos, partindo da Primeira República até o período de redemocratização de 1945 a 1964, o autor analisa a relação entre positivismo e trabalhismo no Brasil, ressaltando os contornos que a proposta positivista de incorporação do proletariado sofreu durante esses ciclos republicanos, tendo em vista as contradições e peculiaridades da sociedade brasileira.


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ISBN: 978-65-250-2264-2


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 17/03/2022


Número de páginas: 116


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Maxmiliano Martins Pinheiro.

A obra O Pacto com os Subalternos: positivismo e política trabalhista retoma o debate sobre o problema das classes sociais brasileiras perante a consolidação de um projeto de inserção social a fim de amenizar a lógica capitalista brasileira decorrente de uma cultura escravocrata. Nesse sentido, a abordagem está alicerçada numa leitura que aponta a ideia positivista do trabalhismo, mesmo assentada em um pacto conservador de harmonia entre as classes, como um problema acidental para as elites dominantes brasileiras. À luz de um olhar realista e por meio de recortes históricos, partindo da Primeira República até o período de redemocratização de 1945 a 1964, o autor analisa a relação entre positivismo e trabalhismo no Brasil, ressaltando os contornos que a proposta positivista de incorporação do proletariado sofreu durante esses ciclos republicanos, tendo em vista as contradições e peculiaridades da sociedade brasileira. Desse modo, o livro salienta as dificuldades na elaboração das leis trabalhistas, assim como o fato de a prerrogativa comteana da harmonia entre classes ter se ressignificado na lógica representativa. Com uma didática arrojada e linguagem precisa, o autor elabora uma narrativa estimulante, organizada por meio de recortes temporais que, longe de tornar a leitura extenuante, facilita a compreensão de todos que se interessam por estudar a complexidade das conquistas trabalhistas numa sociedade cujos segmentos dominantes concebem qualquer direito social como uma afronta à ordem capitalista vigente no Brasil. Leitura imperdível para os estudiosos do pensamento social brasileiro.