Educação e Desenvolvimento (In)Sustentável da Amazônia Brasileira

Ref: 978-65-250-2014-3

Educação e desenvolvimento (in)sustentável da Amazônia brasileira é resultante de pesquisas/estudos realizados, debates e vivências em instituições públicas como técnica, pesquisadora ou professora, em particular na Universidade Federal do Pará. Este livro sintetiza uma análise crítica sobre a relação educação e desenvolvimento da Amazônia brasileira, a qual ocupa 49% do território nacional e é impactada por políticas de desenvolvimento econômico, tal como acontecia ainda nos ciclos da borracha, depois nos grandes projetos ou do agronegócio atual, que sempre beneficiaram os grandes grupos econômicos internacionais ou do Centro-Sul do Brasil e não visaram a melhoria das condições de vida dos povos locais.


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ISBN: 978-65-250-2014-3


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 21/03/2022


Número de páginas: 175


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Terezinha Fátima Andrade Monteiro dos Santos.

Educação e desenvolvimento (in)sustentável da Amazônia brasileira é resultante de pesquisas/estudos realizados, debates e vivências em instituições públicas como técnica, pesquisadora ou professora, em particular na Universidade Federal do Pará. Este livro sintetiza uma análise crítica sobre a relação educação e desenvolvimento da Amazônia brasileira, a qual ocupa 49% do território nacional e é impactada por políticas de desenvolvimento econômico, tal como acontecia ainda nos ciclos da borracha, depois nos grandes projetos ou do agronegócio atual, que sempre beneficiaram os grandes grupos econômicos internacionais ou do Centro-Sul do Brasil e não visaram a melhoria das condições de vida dos povos locais.
Aliás, essas políticas sempre impeliram as populações tradicionais a perdas territoriais e culturais, contribuindo para o aumento da miséria, em grandes aglomerados populacionais, que convivem em condições degradantes, em função da ausência total ou parcial de saneamento básico, de políticas de saúde, de escolarização adequada ou da preservação das riquezas naturais de seu Território. Apesar de incorporarem o discurso oficial da sustentabilidade, continuam fazendo o contrário disso, visando na expansão crescente dos seus lucros, não possibilitando espaço para a concretização de tal projeto.