Autonomia e Elaboração do Projeto Pedagógico: A Perspectiva da Escola

Ref: 978-65-250-2101-0

O livro Autonomia e elaboração do projeto pedagógico: a perspectiva da escola apresenta um estudo que explora as contradições do discurso sobre a autonomia da escola para elaborar seu projeto pedagógico. Traz uma visão crítica sobre o tema, que é investigado tomando por perspectiva o olhar dos atores internos à instituição. Tem por base pesquisa empírica realizada pela autora, que resultou em sua tese de doutorado em Educação. Analisa a trama de relações que se estabelece entre a cultura da escola e as diretrizes emanadas do sistema de ensino. Visa contribuir para a ampliação dos estudos sobre as políticas educacionais desencadeadas pela Lei de Diretrizes e Bases (n. 9.394/1996).


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ISBN: 978-65-250-2101-0


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 05/04/2022


Número de páginas: 303


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Ana Maria Falsarella.

O livro Autonomia e elaboração do projeto pedagógico: a perspectiva da escola apresenta um estudo que explora as contradições do discurso sobre a autonomia da escola para elaborar seu projeto pedagógico. Traz uma visão crítica sobre o tema, que é investigado tomando por perspectiva o olhar dos atores internos à instituição. Tem por base pesquisa empírica realizada pela autora, que resultou em sua tese de doutorado em Educação. Analisa a trama de relações que se estabelece entre a cultura da escola e as diretrizes emanadas do sistema de ensino. Visa contribuir para a ampliação dos estudos sobre as políticas educacionais desencadeadas pela Lei de Diretrizes e Bases (n. 9.394/1996). Foi tomada como amostra intencional uma escola pública de ensino fundamental de periferia pertencente à rede municipal de ensino de São Paulo. A investigação empírica baseou-se em observações e entrevistas realizadas junto à comunidade escolar e à equipe da Coordenadoria de Educação à qual a escola é vinculada e no exame de documentos da escola, da Coordenadoria de Educação e da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, no período de janeiro de 2001 a janeiro de 2004. Ao adentrar na dinâmica de uma escola em particular e traçar seu retrato em determinado período de tempo, a autora aprofunda estudos sobre instituições escolares, seu cotidiano e sua cultura, fazendo um contraponto com o discurso subjacente às políticas educacionais. A análise ancorou-se na Sociologia da Educação e na Sociologia da Cultura, sendo que os principais interlocutores teóricos foram Michel de Certeau, Raymond Williams e Gimeno Sacristán. Conclui que o discurso da autonomia da escola para elaborar seu projeto pedagógico, conforme declarado nas políticas educacionais em vigor, é esvaziado de sentido prático para a equipe escolar e que a escola encontra um pequeno espaço de autonomia que resulta da teia de relações cotidianamente tecida no seu interior, da qual emerge a cultura escolar, que é única e peculiar, apesar de fazer parte de um sistema comum a muitas escolas. O texto se presta, outrossim, para exemplificar um caminho para a realização de pesquisas empíricas na área educacional.