Cajá-Manga

Ref: 978-65-250-2399-1

Este trabalho é fruto de uma compilação de memórias. Memórias a partir de cenas registradas, somadas às narrações dos meus pais, irmãos e tios, bem como de pessoas mais velhas, familiares, parentes, amigos, vizinhos e conhecidos. O texto é um romance vivido por meus pais. Uma história construída com base na realidade dos acontecimentos diários, mas com grande influência da visão que eu tinha a respeito deles. A narrativa apresenta acontecimentos reais com uma grande conotação amorosa, às vezes tristes e sofridas, outras alegres e bem divertidas, com diálogos emocionantes, construídos por meio da narrativa.


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ISBN: 978-65-250-2399-1


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 18/04/2022


Número de páginas: 173


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Aleny Terezinha Gomes Duarte.

Este trabalho é fruto de uma compilação de memórias. Memórias a partir de cenas registradas, somadas às narrações dos meus pais, irmãos e tios, bem como de pessoas mais velhas, familiares, parentes, amigos, vizinhos e conhecidos.
O texto é um romance vivido por meus pais. Uma história construída com base na realidade dos acontecimentos diários, mas com grande influência da visão que eu tinha a respeito deles.
A narrativa apresenta acontecimentos reais com uma grande conotação amorosa, às vezes tristes e sofridas, outras alegres e bem divertidas, com diálogos emocionantes, construídos por meio da narrativa.
Cada capítulo segue o tempo, o espaço e o dia a dia da família. O segundo, porém, é uma narração que até certo ponto caminha quase sem diálogo, são antecedentes da história de Julia e de seus familiares, construídos pelas narrações feitas pelos avós, tios, por pesquisas em livros de História e pelos meus pais.
Fatos, como a tempestade — perdidas no mato —, formigões, o nascimento de uma criança em meio ao nada sem ninguém para ajudar, o cajá-manga caído na barranca do rio, a cadelinha picada por uma cobra, a partida para a cidade, entre outras narrações, foram escritos em um cenário livre e leve.
Os detalhes da construção do texto valorizam o cotidiano de cada um, num cenário natural, onde a paisagem do cerrado ganha também o seu papel, bem como o clima, a fauna e a flora.
O livro descreve a minha mãe como uma figura forte e doce, mas um pouco criança, teimosa, calada e distraída. As crianças eram felizes quando comiam e brincavam na natureza, desconhecendo os perigos da vida. O meu pai se mostra como um orientador otimista, contador de histórias encontrando em nós forças para driblar a vida pesada, não se deixando abater por quase nada, nem fome, nem dor, nem qualquer outra dificuldade, achando sempre um jeito para resolver tudo e reinventar seu modo de viver.
As necessidades básicas, como a fome, foram presentes em nossas vidas, mas não foram motivo para desviarmos dos objetivos do meu pai — estudar, trabalhar, ser alguém honesto de caráter, dignidade, rico de espírito, alma e amor.