E a Juíza tinha Razão

Ref: 978-65-250-2179-9

Este livro conta sobre a vida jurídica da Dr.ª Maria de Nazareth Farias do Nascimento, juíza aposentada do Tribunal de Justiça do Amazonas, desde sua formação em Direito, em 1978, até a sua aposentadoria, em 1998. Inicialmente, a Dr.ª Nazareth passou a organizar alguns escritos com suas lembranças mais marcantes já com o intuito de escrever um livro. Em meio às suas lembranças, destaca-se um caso que lhe foi especialmente caro, qual fora o da soltura de mais de 100 presos na década de 90 por ela, tendo-lhe rendido muitas críticas e até advertências pela Corregedoria. O feito, inédito no Amazonas, quiçá no Brasil, apresentou forte impacto no meio jurídico e social de Manaus. Mesmo baseando-se na verificação de prisões irregulares, a soltura lhe causou grande transtorno, não somente administrativo, mas, igualmente, social, profissional e emocional. Tal evento contribuiu, no entanto, para o empreendimento de novas condutas, interferindo diretamente nos protocolos jurídicos do estado.


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ISBN: 978-65-250-2179-9


Edição:


Ano da edição: 2022


Data de publicação: 21/05/2022


Número de páginas: 89


Encadernação: Brochura


Peso: 300 gramas


Largura: 14.8 cm


Comprimento: 21 cm


Altura: 2 cm


1. Alice Marques.

2. Maria de Nazareth Farias do Nascimento.

Este livro conta sobre a vida jurídica da Dr.ª Maria de Nazareth Farias do Nascimento, juíza aposentada do Tribunal de Justiça do Amazonas, desde sua formação em Direito, em 1978, até a sua aposentadoria, em 1998. Inicialmente, a Dr.ª Nazareth passou a organizar alguns escritos com suas lembranças mais marcantes já com o intuito de escrever um livro. Em meio às suas lembranças, destaca-se um caso que lhe foi especialmente caro, qual fora o da soltura de mais de 100 presos na década de 90 por ela, tendo-lhe rendido muitas críticas e até advertências pela Corregedoria. O feito, inédito no Amazonas, quiçá no Brasil, apresentou forte impacto no meio jurídico e social de Manaus. Mesmo baseando-se na verificação de prisões irregulares, a soltura lhe causou grande transtorno, não somente administrativo, mas, igualmente, social, profissional e emocional. Tal evento contribuiu, no entanto, para o empreendimento de novas condutas, interferindo diretamente nos protocolos jurídicos do estado.
O livro terminou sendo escrito por sua única filha, Alice Marques, a qual se envolveu densamente com a biografia, pois identificava a história da sua mãe como a sua própria história pessoal.
Embora seja um livro biográfico, cheio de nuances pessoais, ele também revela o protagonismo da mulher amazonense em cenário de tradicional presença masculina, que é o jurídico. Foi a primeira oradora de turma do curso de Direito do Amazonas. Valente, seu engajamento no meio jurídico transcendeu muitos limites, revelando uma Manaus para além de seus traços de inferno verde e selva bruta.