Escravidão por Dívida no Tocantins-Brasil: Vidas Dilaceradas

Ref: 978-85-473-1160-5

O livro A escravidão por dívida no Tocantins-Brasil: vidas dilaceradas vem contribuir no contexto da relação do trabalho escravo contemporâneo com o escravo colonial do século XVI, em que o elemento importante estava na acumulação da riqueza por meio da força de trabalho, como também na figura do negro como renda capitalizada.   A passagem de um sistema de cativeiro para um de trabalho livre foi incapaz de impedir a erradicação de fato da escravização no Brasil.


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ISBN: 978-85-473-1160-5


Edição: 1


Ano da edição: 2018


Data de publicação: 09/04/2018


Número de páginas: 313


Encadernação: Brochura


Peso: 200 gramas


Largura: 16 cm


Comprimento: 23 cm


Altura: 2 cm


1. Alberto Pereira Lopes.

O livro A escravidão por dívida no Tocantins-Brasil: vidas dilaceradas vem contribuir no contexto da relação do trabalho escravo contemporâneo com o escravo colonial do século XVI, em que o elemento importante estava na acumulação da riqueza por meio da força de trabalho, como também na figura do negro como renda capitalizada.   A passagem de um sistema de cativeiro para um de trabalho livre foi incapaz de impedir a erradicação de fato da escravização no Brasil. Desse modo, em pleno século XXI, estamos vivenciando o trabalho escravo contemporâneo, maculado pelas instituições governamentais e os agropecuaristas com características semelhantes ao escravo moderno, graças à concentração da nossa estrutura fundiária.

Esta obra apresenta categorias que tratam de definições precisas para que o leitor compreenda as arbitrariedades no campo, como o trabalho degradante, a precarização do trabalho, o trabalho análogo à escravidão e as formas de exploração dos fazendeiros aos trabalhadores para a acumulação do capital etc. São questões que estão em evidencia na sociedade e precisam ser desveladas para que o Brasil possa erradicar as atrocidades e a violência contra a dignidade humana cujo trabalho escravo contemporâneo representa.

Assim esta obra apresenta dados com temporalidades atuais em nível de Brasil, em especial o estado do Tocantins, com depoimentos de trabalhadores vítimas da escravidão nas cidades de Araguaína e Ananás que representam números significativos de trabalhadores escravizados.  Nesse sentido, é um livro que desperta ao leitor a compreender o trabalho escravo contemporâneo como atraso de um país na sua distribuição de renda, seja em seus aspectos econômicos, seja nos aspectos sociais e políticos. O trabalhador é posicionado em uma situação de alienação em relação às forças produtivas que determinam as ordens e criam as leis de forma a perpetuar uma mão de obra barata e submissa com as marcas do passado tão presente.